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mercado financeiro

- Publicada em 18h11min, 04/10/2019. Atualizada em 18h10min, 04/10/2019.

Dólar recua levemente ante rivais com payroll dos EUA no radar

O dólar recuou levemente ante rivais nesta sexta-feira (4), com investidores de olho nos números do relatório de empregos dos Estados Unidos, conhecido como "payroll", que reforçou expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve realizar ao menos mais um corte na taxa básica de juros do país neste ano. A ligeira alta do euro ante a moeda americana ajudou na pressão sobre o dólar.
O dólar recuou levemente ante rivais nesta sexta-feira (4), com investidores de olho nos números do relatório de empregos dos Estados Unidos, conhecido como "payroll", que reforçou expectativas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve realizar ao menos mais um corte na taxa básica de juros do país neste ano. A ligeira alta do euro ante a moeda americana ajudou na pressão sobre o dólar.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar se manteve estável a 106,88, o euro avançava a US$ 1,0984 e a libra tinha queda a US$ 1,2335. O índice DXY, que mede o dólar ante outras moedas principais, recuou 0,05%, a 98,808 pontos.
Nos mercados internacionais, o grande driver do dia foi a divulgação do payroll americano. Os EUA criaram 136 mil empregos em setembro, de acordo com o Departamento do Trabalho do país. O resultado veio abaixo da mediana da previsão de analistas consultados pelo Projeções Broadcast, de geração de 150 mil vagas.
O salário médio por hora dos trabalhadores caiu 0,04% em setembro ante agosto, ou US$ 0,01, para US$ 28,09 por hora, enquanto a previsão era de ganho mensal de 0,20%. A taxa de desemprego, por outro lado, caiu de 3,7% em agosto para 3,5% em setembro.
Os números do payroll, inferiores aos esperados, reforçam as expectativas de que o Fed voltará a cortar juros nos EUA ainda neste ano. "Os números em setembro, associados a uma desaceleração do crescimento dos salários, sugerem que os gastos dos consumidores podem não ser tão fortes quanto se esperava", diz o ING, em relatório divulgado a clientes. "O argumento para mais estímulos políticos está se desenvolvendo", completa a instituição. Relaxamentos monetários tendem a pressionar as moedas.
Ao mesmo tempo, a ligeira alta do euro ante o dólar ajudou a deixar a divisa americana no campo negativo, já que a moeda única é a que tem mais peso no índice DXY. "Grande parte da alta do euro teve a ver com dados econômicos mais fracos dos EUA e com as expectativas de relaxamentos por parte do Fed", afirma a diretora de estratégias de câmbio do BK Asset Management Kathy Lien.
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