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Porto Alegre, sexta-feira, 04 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Trabalho

Edição impressa de 04/10/2019. Alterada em 04/10 às 03h00min

Medo do desemprego diminuiu no País, aponta CNI

Azevedo vê melhora modesta, mas gradual, no mercado

Azevedo vê melhora modesta, mas gradual, no mercado


/JOSÉ PAULO LACERDA/CNI/DIVULGAÇÃO/JC
O Índice de Medo do Desemprego caiu 1,1 ponto, depois de dois aumentos consecutivos, e ficou em 58,2 pontos em setembro, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 3, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa é trimestral, então a base de comparação é junho. O indicador varia de zero a 100 pontos e quanto maior o índice, maior o medo do desemprego.
O Índice de Medo do Desemprego caiu 1,1 ponto, depois de dois aumentos consecutivos, e ficou em 58,2 pontos em setembro, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 3, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa é trimestral, então a base de comparação é junho. O indicador varia de zero a 100 pontos e quanto maior o índice, maior o medo do desemprego.
O indicador está 7,5 pontos abaixo do registrado em setembro de 2018, mas ainda continua acima da média histórica que é de 50,1 pontos. Segundo a pesquisa, a maior queda no medo do desemprego foi verificada entre pessoas com menor escolaridade e renda.
"O medo do desemprego diminuiu porque há uma melhora, modesta mas gradual, no mercado de trabalho. Isso aumenta o sentimento de segurança nas pessoas", afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo em nota divulgada pela entidade. Por região, o medo do desemprego é maior entre os moradores da região Nordeste, onde o indicador chegou a 69,7 pontos. A região foi a única a registrar aumento do indicador em setembro. A região Sul é onde o medo do desemprego é menor, onde o índice ficou em 47,7 pontos em setembro. No Sudeste, o indicador ficou em 58,5 pontos e, no Norte/Centro-Oeste, em 49,3 pontos.
A pesquisa também traz o grau de satisfação dos brasileiros com a vida. Em setembro, esse índice de satisfação alcançou 69 pontos, 1,6 pontos acima do de junho, mas ainda abaixo da média histórica de 69,6 pontos. Apesar disso, a satisfação com a vida aumentou em todas as regiões do País, sendo maior no Sul, com 71 pontos.

Petroleiros podem deflagrar greve a partir do dia 26

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) vai realizar assembleias até 17 de outubro para votar a proposta do Tribunal Superior do Trabalho (TST) sobre o dissídio coletivo da categoria, historicamente decidido entre os sindicatos e a estatal. A indicação é de rejeição da proposta do TST, informa o coordenador da FUP, José Maria Rangel.

"Se as reivindicações não forem atendidas pelo TST e Petrobras até o dia 22 (de outubro), estaremos deflagrando um movimento paredista (grevista) a partir da zero hora do dia 26", afirma Rangel no dia que a estatal completa 66 anos. Além da rejeição da proposta do TST, a FUP quer condicionar a assinatura de um novo acordo de trabalho à aprovação de itens encaminhados ao tribunal no dia 26 de setembro. A entidade quer também condicionar a assinatura do acordo à inclusão das subsidiárias e da Araucária Nitrogenados no acordo coletivo, que foram excluídas porque serão privatizadas.

Desde 1 de outubro, o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2017-2019 não está mais valendo para os empregados da Petrobras.

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