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Porto Alegre, sexta-feira, 04 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Indústria

Edição impressa de 04/10/2019. Alterada em 04/10 às 11h49min

Conclusão de operação entre Embraer e Boeing deve sair no início de 2020

Fechamento da operação tinha estimativa inicial de ocorrer ainda em 2019

Fechamento da operação tinha estimativa inicial de ocorrer ainda em 2019


ERIC PIERMONT/AFP/JC
A Embraer estima que a conclusão da operação com a Boeing ocorra no início de 2020. O fechamento da operação tinha estimativa inicial de ocorrer ainda neste ano. A companhia implementará a segregação interna do negócio de aviação comercial a partir do final desse exercício social.
A Embraer estima que a conclusão da operação com a Boeing ocorra no início de 2020. O fechamento da operação tinha estimativa inicial de ocorrer ainda neste ano. A companhia implementará a segregação interna do negócio de aviação comercial a partir do final desse exercício social.
"As partes continuam a trabalhar de forma diligente e cooperativa para consumar a operação no menor prazo possível", afirma a Embraer em fato relevante sobre a atualização da parceria aprovada em fevereiro passado pelos acionistas da fabricante de aeronaves brasileira. Ainda faltam determinadas aprovações de autoridades concorrenciais e satisfação de algumas condições para a consumação do negócio.
A Comissão Europeia pretende iniciar investigação mais aprofundada sobre o negócio, e que provavelmente a decisão de iniciar a Fase II da investigação se tornará pública nesta sexta-feira, quando vence o prazo de investigação na Fase I. "Até que tais aprovações sejam obtidas e as demais condições sejam satisfeitas, não há garantias quanto à consumação da operação ou ao prazo para sua conclusão", diz a Embraer.
O acordo entre as duas companhias prevê a criação de uma joint venture que englobará o braço de aviação comercial da Embraer. A Boeing deterá 80% da nova empresa, denominada Boeing Brasil Commercial, enquanto a Embraer terá os 20% restantes.
As companhias também trabalham em uma segunda joint venture, com participação de 51% da Embraer, destinada a promover e desenvolver mercados para o avião militar KC-390.
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