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- Publicada em 21h41min, 30/09/2019. Atualizada em 21h41min, 30/09/2019.

Previdência deve ir a votação em plenário hoje

Alcolumbre prevê que reforma será a única pauta desta terça-feira

Alcolumbre prevê que reforma será a única pauta desta terça-feira


WALDEMIR BARRETO/AGÊNCIA SENADO/JC
O relatório da reforma da Previdência será votado na manhã desta terça-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e seguirá para o plenário às 16h, horário de início da votação da ordem do dia. A previsão é do presidente do Senado, Davi Alcolumbre e, se confirmada, a Previdência será a única pauta no plenário hoje.
O relatório da reforma da Previdência será votado na manhã desta terça-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e seguirá para o plenário às 16h, horário de início da votação da ordem do dia. A previsão é do presidente do Senado, Davi Alcolumbre e, se confirmada, a Previdência será a única pauta no plenário hoje.
"Deve ser o único item da pauta por conta desse acordo do calendário que construímos com os senadores e senadoras, com os líderes partidários e dos blocos, com o interesse de uma vez por todas votarmos essa matéria que vai equilibrar as contas públicas e dar tranquilidade às próximas gerações", disse. Alcolumbre voltou a reafirmar o compromisso de votar a matéria em segundo turno no plenário na primeira quinzena de outubro, prevendo que isso possa ocorrer na terça-feira ou quarta-feira da semana que vem.
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Alcolumbre acredita que a reforma da Previdência pode ter mais de 60 votos favoráveis na votação em primeiro turno no plenário. Esse número permitiria a aprovação da proposta com folga, já que são necessários 49 votos para que a Casa aprove mudanças constitucionais. "Há, com certeza, uma folga razoável em torno do limite de votos necessários para aprovação de uma emenda constitucional", disse Alcolumbre. "A gente pode ter 60 votos, 62, 63 votos, porque há um sentimento dos senadores em aprovar essa matéria."
O segundo turno da votação em plenário deve ocorrer na terça-feira ou na quarta-feira da semana que vem, segundo o presidente do Senado, que se baseia em um calendário acertado entre lideranças partidárias da Casa.
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