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Terceira Idade

- Publicada em 03h07min, 01/10/2019. Atualizada em 03h00min, 01/10/2019.

Idosos vulneráveis podem recorrer à Defensoria Pública

Carlos Villela
Instituído em 1999 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional do Idoso, comemorado hoje, chama a atenção para o futuro da população idosa no Brasil e no Rio Grande do Sul. De acordo com estudo do Departamento de Economia e Estatística da Secretaria Estadual de Planejamento, Orçamento e Gestão, pessoas idosas representam 12,7% da população do Rio Grande do Sul, e a projeção para 2060 é que esse número suba para 29%. Com o envelhecimento da população gaúcha, entretanto, é importante ao fato que esse público e excepcionalmente suscetível a golpes financeiros, situações de maus tratos e negligência.
Instituído em 1999 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Internacional do Idoso, comemorado hoje, chama a atenção para o futuro da população idosa no Brasil e no Rio Grande do Sul. De acordo com estudo do Departamento de Economia e Estatística da Secretaria Estadual de Planejamento, Orçamento e Gestão, pessoas idosas representam 12,7% da população do Rio Grande do Sul, e a projeção para 2060 é que esse número suba para 29%. Com o envelhecimento da população gaúcha, entretanto, é importante ao fato que esse público e excepcionalmente suscetível a golpes financeiros, situações de maus tratos e negligência.
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O defensor público Mário Rheingantz, coordenador do Centro de Referência em Direitos Humanos da Defensoria Pública Estadual, explica que é necessário trabalhar com o conceito de interseccionalidade no atendimento do órgão, e isso se aplica ao público acima de 60 anos. "Por exemplo, quando você pensa em violência doméstica contra a mulher, tem que se considerar que mulheres idosas também são vítimas dessa violência. É importante que se tenha um atendimento diferenciado, para atuar em um acolhimento diferenciado, um atendimento jurídico e também psicológico."
Rheingantz também vê a desigualdade como um agravante para as condições de vida dos idosos que necessitam do serviço da Defensoria. Um estudo da Fundação Getulio Vargas apontou um crescimento da desigualdade no País entre 2015 e 2018, com um aumento de 33% na miséria - um total de 6,3 milhões de novos pobres. "Sempre que aumenta a desigualdade vai ter um reflexo no aumento da vulnerabilidade", explica o defensor público.
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