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Porto Alegre, segunda-feira, 30 de setembro de 2019.
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Jornal do Comércio

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mercado financeiro

30/09/2019 - 10h25min. Alterada em 30/09 às 10h25min

Dólar oscila na abertura em dia de disputa da Ptax e tem alta com EUA no radar

O dólar teve uma abertura volátil nesta segunda-feira (30) entre margens estreitas, em meio a disputa técnica pela formação da Ptax de hoje, a última de setembro. A moeda americana iniciou a sessão com ligeira alta, passou a exibir viés de baixa mas, retomou o sinal positivo, alinhando-se à tendência no exterior.
O dólar teve uma abertura volátil nesta segunda-feira (30) entre margens estreitas, em meio a disputa técnica pela formação da Ptax de hoje, a última de setembro. A moeda americana iniciou a sessão com ligeira alta, passou a exibir viés de baixa mas, retomou o sinal positivo, alinhando-se à tendência no exterior.
Às 10h25min desta segunda, o dólar à vista subia 0,14%, aos R$ 4,1609. O dólar futuro de novembro, que passa a concentrar a liquidez a partir de hoje, estava em alta de 0,17%, aos R$ 4,1745.
O índice DXY ampliou o movimento de alta, renovando máximas. Às 9h30min (de Brasília), o composto que mede o dólar em relação a outras seis moedas fortes subia 0,34%, aos 99,443 pontos. A moeda americana se fortaleceu mais também ante divisas emergentes ligadas a commodities.
O catalisador desses ganhos foi a declaração do diretor do Conselho Nacional de Comércio da Casa Branca, Peter Navarro. Ele afirmou que são amplamente imprecisos os relatos de que os Estados Unidos estão considerando impor restrições a empresa chinesas. "Mais da metade da notícia (divulgada pela Bloomberg) é altamente imprecisa ou simplesmente falsa", disse ele à CNBC.
Neste fim de mês, no câmbio, as tesourarias de bancos carregam posição vendida líquida em contratos cambiais e defendem um dólar mais fraco. Os fundos de investimento também estão vendidos em câmbio, enquanto os players estrangeiros seguem na ponta compradora e atuam para elevar as cotações. Por enquanto, o sinal externo do dólar majoritariamente beneficia os "comprados" em contratos cambiais.
No boletim Focus, do Banco Central, houve alteração no cenário para a moeda norte-americana em 2019. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano foi de R$ 3,95 para R$ 4,00, ante R$ 3,85 de um mês atrás. Para o próximo ano, a projeção para o câmbio passou de R$ 3,90 para R$ 3,91, ante R$ 3,82 de quatro pesquisas atrás. Já a previsão para a taxa Selic em 2019 foi reduzida de 5,00% para 4,75% ao ano, e para 2020 se manteve em 5,00%.
Estadão Conteúdo
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