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Porto Alegre, terça-feira, 24 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Bancos

23/09/2019 - 11h58min. Alterada em 24/09 às 08h27min

Após desistir de vender ações do Banrisul, governo fará esclarecimentos a deputados

Secretário estadual da Fazenda decidiu voluntariamente ir à AL, depois de ausência em audiência

Secretário estadual da Fazenda decidiu voluntariamente ir à AL, depois de ausência em audiência


FELIPE DALLA VALLE/PALÁCIO PIRATINI/DIVULGAÇÃO/JC
Patrícia Comunello
Depois da semana em que o governo gaúcho desistiu de vender quase a metade das ações do Estado do Rio Grande do Sul com direito a voto no Banrisul, o secretário estadual da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, decidiu voluntariamente ir à Assembleia Legislativa para esclarecer os procedimentos e as razões do recuo.
Depois da semana em que o governo gaúcho desistiu de vender quase a metade das ações do Estado do Rio Grande do Sul com direito a voto no Banrisul, o secretário estadual da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, decidiu voluntariamente ir à Assembleia Legislativa para esclarecer os procedimentos e as razões do recuo.
Cardoso vai participar da reunião ordinária da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo nesta quarta-feira (25), a partir das 9h. Segundo a comissão, o titular da Fazenda se prontificou a ir para responder a questionamento dos integrantes da comissão. A reunião será no plenarinho da Assembleia e é aberta ao público, mas apenas os parlamentares poderão fazer perguntas.
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O governo chegou a ser aguardado em audiência que discutiu a nova venda de ativos do banco em 4 de setembro, mas o governo não enviou representante.
Em 10 de setembro, fato relevante do banco comunicou a oferta de quase cem milhões de ações ordinárias em processo que ocorreria entre 17 e 19 de setembro. Seria a quarta venda de patrimônio do banco em menos de um ano e meio. Duas já foram feitas no governo de José Ivo Sartori em 2018, e uma no atual governo.
No dia 18, quando deveria encerrar a apresentação das ofertas de compras e preços por investidores profissionais, únicos que poderiam se habilitar à compra segundo definições do governo, o Estado emitiu nova decisão em fato relevante do banco, alterando a oferta e datas. Mas no dia seguinte, 19 de setembro, em um terceiro comunicado ao mercado, o governo oficializou a desistência da venda alegando preços baixos ofertados pelos interessados.
Em meio ao processo e questionamentos sobre o nível de preços e perda de receita, o ex-presidente do banco Mateus Bandeira observou que a oferta estava sendo feita a um grupo restrito. 
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