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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de setembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

16/09/2019 - 10h08min. Alterada em 16/09 às 10h08min

Mercado financeiro estima redução da Selic para 5,5% ao ano

Folhapress
O mercado financeiro espera que a taxa básica de juros, a Selic, seja reduzida em 0,5 ponto percentual, dos atuais 6% ao ano para 5,5% ao ano, na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, marcada para estas terça e quarta-feira (18). A expectativa consta da pesquisa semanal do BC a instituições financeiras no Boletim Focus. 
O mercado financeiro espera que a taxa básica de juros, a Selic, seja reduzida em 0,5 ponto percentual, dos atuais 6% ao ano para 5,5% ao ano, na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), do Banco Central, marcada para estas terça e quarta-feira (18). A expectativa consta da pesquisa semanal do BC a instituições financeiras no Boletim Focus. 
Para o mercado financeiro, a Selic voltará a ser reduzida em 0,5 ponto percentual em outubro e, na última reunião de 2019, marcada para dezembro, permanecerá em 5% ao ano.
O mercado também não espera por alteração na Selic em 2020. Na semana passada, a expectativa era que a Selic estaria em 5,25% ao ano ao final de 2020, mas agora é 5%. Para 2021, a estimativa é que a Selic volte a subir e encerre o período em 7% ao ano.
Ainda de acordo com as previsões do mercado financeiro, a inflação, calculada pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) deve ficar em 3,45%, em 2019. Essa foi a sexta redução consecutiva na estimativa, que na semana passada estava em 3,54%.
Para 2020, a estimativa também foi reduzida, ao passar de 3,82% para 3,80%, na segunda revisão consecutiva. A previsão para os anos seguintes não teve alterações: 3,75%, em 2021, e 3,50%, em 2022.
A meta de inflação, definida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Já a previsão para a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) foi mantida em 0,87% em 2019. A estimativa para 2020 caiu de 2,07% para 2%. Para 2021 e 2022 também não houve alteração nas estimativas: 2,50%.
A previsão para a cotação do dólar ao fim deste ano, por sua vez, subiu de R$ 3,87 para R$ 3,90 e, para 2020, de R$ 3,85 para R$ 3,90.
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