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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de setembro de 2019.
Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

16/09/2019 - 08h42min. Alterada em 16/09 às 08h42min

IPC-S desacelera a 0,05% na 2ª semana de setembro, segundo a FGV

Maior contribuição para resultado veio do segmento de Alimentação, cuja taxa passou para -0,67%

Maior contribuição para resultado veio do segmento de Alimentação, cuja taxa passou para -0,67%


SCOTT OLSON/AFP/JC
Estadão Conteúdo
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou a 0,05% na segunda semana de setembro após 0,15% na medição anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (16).
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou a 0,05% na segunda semana de setembro após 0,15% na medição anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (16).
Segundo a FGV, quatro dos oito grupos componentes do índice registraram decréscimo nas taxas no período, mas a maior contribuição para o resultado veio do segmento de Alimentação, cuja taxa saiu de -0,44% para -0,67%. Dentro do grupo, a FGV destacou o comportamento do item frutas, que aumentou a deflação, de 0,33% para 2,70%.
Também apresentaram alívio nas taxas no período os grupos Habitação (0,62% para 0,46%), com influência de tarifa de eletricidade residencial (2,54% para 1,76%); Vestuário (-0,01% para -0,27%), com destaque para calçados (-0,13% para -0,71%); e Transportes (0,26% para 0,20%), beneficiado por etanol (3,48% para 2,59%).
Por outro lado, registraram aceleração no IPC-S da primeira para a segunda quadrissemana de setembro os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,27% para 0,38%), com contribuição de passagem aérea (-0,04% para 3,06%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,19% para 0,21%), pressionado por medicamentos em geral (0,10% para 0,20%); Comunicação (0,42% para 0,48%), com destaque para tarifa de telefone móvel (0,40% para 0,88%); e Despesas Diversas (-0,05% para -0,01%), influenciado por alimentos para animais domésticos (-0,96% para -0,62%).
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