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Porto Alegre, segunda-feira, 16 de setembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Política Monetária

Edição impressa de 16/09/2019. Alterada em 16/09 às 03h00min

Taxa básica de juros será definida nesta semana

A taxa básica de juros - Selic - será definida na sexta reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), nesta terça (17) e quarta-feira (18). A expectativa é que seja feito novo corte de 0,5 ponto percentual na taxa, em momento de economia ainda em recuperação. A previsão do mercado financeiro para o crescimento do PIB é 0,87%, neste ano.
A taxa básica de juros - Selic - será definida na sexta reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), nesta terça (17) e quarta-feira (18). A expectativa é que seja feito novo corte de 0,5 ponto percentual na taxa, em momento de economia ainda em recuperação. A previsão do mercado financeiro para o crescimento do PIB é 0,87%, neste ano.
Na última reunião, no final de julho, o Copom iniciou um ciclo de cortes, reduzindo a Selic em 0,5 ponto percentual para 6% ao ano. A expectativa do mercado financeiro é que esse ciclo se encerre em outubro, com outro corte de 0,5 ponto percentual. Em dezembro, na última reunião do ano, não há expectativa de redução da Selic, que encerrará 2019 em 5% ao ano, na visão das instituições financeiras pesquisadas pelo BC.
Na ata da última reunião, o Copom informou que poderia continuar reduzindo a Selic nos próximos meses. "O Comitê avalia que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo (monetário, ou seja, corte da Selic)". O colegiado ressaltou que "dados sugerem possibilidade de retomada do processo de recuperação da economia brasileira, que tinha sido interrompido nos últimos trimestres".
A taxa básica de juros é o principal instrumento do banco para alcançar a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Neste ano, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Para o mercado financeiro, a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar abaixo do centro da meta, em 3,54%.
 
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