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mercado financeiro

- Publicada em 20h33min, 13/09/2019. Atualizada em 20h32min, 13/09/2019.

Dólar recua ante outras divisas principais, com libra fortalecida

Libra teve alta a US$ 1,2492

Libra teve alta a US$ 1,2492


NIKLAS HALLE'N/AFP/JC
O dólar recuou ante uma cesta de moedas principais, mas sem muito impulso. A libra se destacou, com recuperação após quedas recentes, embora com investidores ainda temerosos diante do risco de uma saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) sem acordo.
O dólar recuou ante uma cesta de moedas principais, mas sem muito impulso. A libra se destacou, com recuperação após quedas recentes, embora com investidores ainda temerosos diante do risco de uma saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit) sem acordo.
No fim da tarde em Nova Iorque, o dólar caía a 108,12 ienes, o euro avançava a US$ 1,1077 e a libra tinha alta a US$ 1,2492. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de outras moedas, caiu 0,05%, a 98,257 pontos.
Notícias de avanços no diálogo entre Estados Unidos e China foram monitoradas por investidores. Além disso, o euro continuou a ser apoiado pelas avaliações sobre o Banco Central Europeu (BCE), que relaxou mais sua política monetária na quinta-feira, mas também deu sinais de que pode não haver muito espaço para fazer mais no futuro, cabendo aos governos agir na frente fiscal, se for necessário.
A libra, por sua vez, atingiu máximas em sete semanas, com algumas notícias reforçando expectativas de que possa haver um Brexit negociado. O premiê britânico, Boris Johnson, deve se reunir na próxima semana com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e esse diálogo poderia aproximar as posições de Londres e Bruxelas. Mas o ministro das Finanças do Reino Unido, Sajid Javid, negou que o governo britânico possa pedir a extensão na data do Brexit para tentar um acordo.
Ante algumas divisas de países emergentes e ligados a commodities, o dólar tampouco mostrou muita força, em baixa a 56,0560 pesos argentinos, a 64,386 rublos russos e a 19,4425 pesos mexicanos. Além do foco no comércio e nos indicadores, investidores também se preparavam para a decisão da próxima quarta-feira do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), quando a expectativa majoritária é de um corte de 25 pontos-base nos juros nos EUA.
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