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Porto Alegre, sexta-feira, 13 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 13/09 às 18h02min

Bolsas de Nova Iorque fecham sem sinal único, com ação da Apple pressionada

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,14%, em 27.219,52 pontos

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,14%, em 27.219,52 pontos


SPENCER PLATT/AFP/JC
Estadão Conteúdo
As bolsas de Nova Iorque fecharam na maioria em baixa nesta sexta-feira, oscilando entre ganhos e perdas ao longo de boa parte do pregão. A ação da Apple registrou baixa, após o Goldman Sachs cortar o preço-alvo para o papel, mas o setor bancário se destacou, em dia de avanço nos juros dos Treasuries.
As bolsas de Nova Iorque fecharam na maioria em baixa nesta sexta-feira, oscilando entre ganhos e perdas ao longo de boa parte do pregão. A ação da Apple registrou baixa, após o Goldman Sachs cortar o preço-alvo para o papel, mas o setor bancário se destacou, em dia de avanço nos juros dos Treasuries.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,14%, em 27.219,52 pontos, o Nasdaq recuou 0,22%, a 8.176,71 pontos, e o S&P 500 teve baixa de 0,07%, a 3.007,39 pontos. Na comparação semanal, o Dow Jones subiu 1,58%, o Nasdaq avançou 0,96% e o S&P 500 teve ganho também de 0,96%.
O otimismo maior sobre a perspectiva de um acordo comercial entre Estados Unidos e China ajudou o apetite por risco nas bolsas, em meio a notícias que sinalizavam maior chance de uma solução no impasse bilateral. A agência estatal Xinhua, por exemplo, apontou que a China tem intenção de isentar a carne e a soja importadas de produtos americanos.
Segundo a Oxford Economics, os rumores sobre o diálogo EUA-China ajudaram as ações em Nova Iorque a voltar a territórios próximos de recordes, enquanto as vendas no varejo americano mostraram hoje resiliência nos gastos. Além disso, a consultoria lembra que há expectativa por corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) na próxima quarta-feira.
Não houve, porém, euforia nas bolsas, com os índices acionários mostrando pouco fôlego, após se aproximarem nesta semana de máximas históricas. A ação da Apple ficou mais pressionada, com baixa de 1,95% após o Goldman Sachs cortar o preço-alvo do papel de US$ 187 a US$ 165.
Também foi monitorada a notícia de que um comitê da Câmara dos Representantes americana solicitou e-mails e outras comunicações de executivos de Apple, Amazon, Facebook e Alphabet (Google), em uma investigação sobre eventuais irregularidades para cercear a concorrência. Entre essas ações, Amazon caiu 0,23% e Facebook perdeu 0,15%, mas Alphabet subiu 0,41%.
No setor financeiro, o avanço dos retornos dos Treasuries ajudou as ações: Goldman Sachs subiu 0,53%, JPMorgan avançou 1,97% e Citigroup, 1,57%. Outros papéis importantes que tiveram jornada positiva foram Boeing, em alta de 1,10%, e Caterpillar, de 1,54%.
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