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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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ENERGIA

Edição impressa de 11/09/2019. Alterada em 11/09 às 14h47min

ANP licita 45 blocos para exploração de petróleo em áreas rejeitadas

A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) licitou nesta terça-feira 45 blocos para exploração de petróleo no Brasil, em leilão de áreas que já haviam sido oferecidas em outros certames mas não tiveram interessados. Foi a primeira oferta do tipo no País, com arrecadação de R$ 22,3 milhões.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) licitou nesta terça-feira 45 blocos para exploração de petróleo no Brasil, em leilão de áreas que já haviam sido oferecidas em outros certames mas não tiveram interessados. Foi a primeira oferta do tipo no País, com arrecadação de R$ 22,3 milhões.
Cerca de um terço da arrecadação foi garantido por consórcio liderado pela norte-americana Exxon, que arrematou três áreas na bacia de Sergipe-Alagoas, considerada uma das novas fronteiras petrolíferas do País após descobertas gigantes de gás feitas pela Petrobras.
O consórcio, que conta ainda com a americana Murphy e com a brasileira Enauta, pagou R$ 7,8 milhões pelas três concessões, valores bem inferiores aos pagos pela própria Exxon por áreas vizinhas em leilões anteriores: em 2018, a empresa adquiriu dois blocos na região, pagando um total de R$ 110 milhões.
O resultado do leilão foi comemorado pela ANP, que disse em nota que o número de áreas arrematadas consolida o modelo de oferta permanente de áreas exploratórias. Nesse modelo, os blocos ficam disponíveis e vão a leilão quando há manifestações de interesse das petroleiras.
"Um processo que começou com a manifestação de interesse de uma empresa pequena em uma área com acumulação marginal no Recôncavo termina com 45 blocos e áreas contratadas", disse, em nota, o diretor-geral da ANP, Décio Oddone.
Entre as áreas arrematadas, 12 são consideradas de acumulações marginais, isto é, já tiveram atividade exploratória no passado e a produção entrou em declínio. As outras 33 são consideradas exploratórias, com potencial para descobertas de novas reservas.
Dentre as áreas terrestres, 15 - todas na Bacia Potiguar - foram arrematadas pela Petro Victory, empresa baseada nos Estados Unidos que tem foco em exploração e produção no Brasil. Outras seis, na Bacia do Parnaíba, foram adquiridas pela Eneva, que já produz gás e energia na região.
Segundo a ANP, as petroleiras vencedoras se comprometeram com investimentos mínimos de R$ 340 milhões nas áreas arrematadas no leilão.
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