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Porto Alegre, segunda-feira, 19 de agosto de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

19/08/2019 - 11h36min. Alterada em 19/08 às 11h38min

Em linha com bom humor no exterior, Ibovespa retoma os 100 mil pontos

Estadão Conteúdo
Com bons ventos soprados pelos mercados acionários em Nova Iorque, onde os índices sobem mais de 1%, o Ibovespa ganhou força e se firmou na marca dos 100 mil pontos, que já havia sido retomada minutos após a abertura da sessão de negócios local. Agora, também acompanhando o movimento externo, o dólar passou a subir frente ao real.
Com bons ventos soprados pelos mercados acionários em Nova Iorque, onde os índices sobem mais de 1%, o Ibovespa ganhou força e se firmou na marca dos 100 mil pontos, que já havia sido retomada minutos após a abertura da sessão de negócios local. Agora, também acompanhando o movimento externo, o dólar passou a subir frente ao real.
"O mercado local não está com tanto fôlego. Para o dia de hoje, a expectativa é positiva, pois noticiário não está tão ruim. O foco está nos estímulos a serem dados para suas economias", ressalta Luiz Roberto Monteiro, operador de renda variável da corretora Renascença.
Na sexta-feira, o indicador encerrou a sessão aos 99.805,78 pontos, em alta de 0,76%, insuficiente para reverter perdas de 4% na semana. Às 11h37min, o Ibovespa subia 0,70%, aos 100.505 pontos. Em NY, Nasdaq operava com ganhos de 1,27%.
O foco dos investidores segue nas atitudes que as autoridades vão tomar para tentar conter a desaceleração global e as negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Para o banco holandês ING, ajustes de liberalização no sistema de taxa de juros da China, anunciados no fim de semana, são mais um passo no sentido de o país adotar a livre flutuação do yuan, mas o progresso nessa direção será "obviamente" lento. No sábado (17), o banco central chinês (PBoC) disse que vai aperfeiçoar o mecanismo usado para estabelecer a principal taxa de empréstimos a partir deste mês, com o objetivo de reduzir os custos de financiamento das empresas.
Do lado vizinho, um momento de calmaria, pois o feriado mantém mercados financeiros fechados na Argentina. No sábado, Nicolás Dujovne renunciou ao cargo de ministro da Fazenda e será substituído por Hernán Lacunza, que é secretário da Economia da província de Buenos Aires.
Com relação ao petróleo, os contratos futuros apresentam alta, mesmo com o dólar mais forte. Os preços têm 1% como piso para subida após um ataque de separatistas do Iêmen a um campo petrolífero saudita. Em contrapartida, a cotação do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, na China, encerrou esta segunda-feira em baixa de 1,31%, cotado a US$ 88,40 a tonelada em meio uma preocupação com a falta de demanda no mercado.
Por aqui, os investidores estrangeiros seguem retirando recursos da bolsa brasileira e sacaram R$ 270,848 milhões na última quinta-feira, dia 15. Em agosto, o saldo de capital estrangeiro na Bolsa é negativo em R$ 8,723 bilhões, e, no ano, negativo em R$ 19,157 bilhões.
Mais cedo, projeções do relatório Focus mostram que os analistas já estimam alta de 0,83% ante 0,81% para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2019. Há quatro semanas, a estimativa de crescimento era de 0,82%. Para 2020, o mercado financeiro alterou a previsão de alta do PIB de 2,10% para 2,20%. Quatro semanas atrás, estava em 2,10%.
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