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Porto Alegre, segunda-feira, 19 de agosto de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura Internacional

Edição impressa de 19/08/2019. Alterada em 19/08 às 03h00min

Trump afirma não estar pronto para acerto com a China

Para Donald Trump, China precisa mais de um acordo do que os Estados Unidos

Para Donald Trump, China precisa mais de um acordo do que os Estados Unidos


/NICHOLAS KAMM / AFP/JC
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não está pronto para fazer uma acordo com a China, mas que seu governo tem conversas "muito, muito substanciais" com o país asiático. "Os chineses querem fazer um acordo, vamos ver o que acontece", declarou a repórteres.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não está pronto para fazer uma acordo com a China, mas que seu governo tem conversas "muito, muito substanciais" com o país asiático. "Os chineses querem fazer um acordo, vamos ver o que acontece", declarou a repórteres.
"A China precisa mais de um acordo do que os Estados Unidos", afirmou, acusando chineses de serem "muito orgulhosos enquanto sua economia está com problemas". Contudo, o líder da Casa Branca disse que a Huawei, gigante chinesa da área tecnológica, é uma empresa com a qual os americanos não devem fazer negócios, "por questões de segurança nacional". Trump ressaltou que o presidente da China, Xi Jinping, tem capacidade para resolver o que chamou de "problema de Hong Kong" - referindo-se aos protestos na região, que se arrastam há meses -, mas ponderou que será "mais difícil" fazer um acordo comercial em caso de ação violenta sobre os manifestantes.
Já o diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, confirmou a possibilidade de realizar negociações comerciais com a China nos Estados Unidos, em um esforço para dissipar os temores de escalada da guerra comercial entre os dois países. Mas Kudlow também disse que a resposta da China aos protestos em Hong Kong pode afetar o resultado da discussão. Em entrevista ao programa Fox News Sunday, Kudlow confirmou que negociadores americanos e chineses vão conversar, nesta semana ou em 10 dias, por teleconferência. "Se as reuniões desses negociadores se concretizarem, como esperamos que ocorra, e nós pudermos ter uma renovação substancial das negociações, então estamos planejando que a China venha para os EUA e se reúna com nossos negociadores para continuar as negociações", disse.
 
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