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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de agosto de 2019.
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mercado financeiro

16/08/2019 - 14h11min. Alterada em 16/08 às 14h11min

Bolsas da Europa fecham em alta com BCE e Alemanha

Estadão Conteúdo
Os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta sexta-feira, 16, em alta, com possíveis medidas de estímulo do Banco Central Europeu (BCE) no radar e com ganhos fortalecidos após notícia de que a Alemanha está disposta a aumentar o endividamento do país em caso de recessão. Com isso, o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 1,32%, aos 369,0 pontos.
Os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta sexta-feira, 16, em alta, com possíveis medidas de estímulo do Banco Central Europeu (BCE) no radar e com ganhos fortalecidos após notícia de que a Alemanha está disposta a aumentar o endividamento do país em caso de recessão. Com isso, o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 1,32%, aos 369,0 pontos.
Em todo o globo o pregão tem sido de tentativa de recuperação das perdas da semana - na Europa, não foi diferente, apesar do saldo semanal negativo. O movimento de alta ficou mais intenso após a revista alemã Der Spiegel informar que o governo do país está disposto a sacrificar o equilíbrio orçamentário em caso de uma recessão em sua economia, o que impulsionou os mercados acionários, com fortes altas do setor bancário.
Não deixam de continuar influenciando os mercados da região as notícias de que o Banco Central Europeu (BCE) pode anunciar estímulos monetários em setembro.
"É importante que elaboremos um pacote de formulação de políticas significativo e impactante em setembro", afirmou em entrevista na quinta-feira presidente do Banco da Finlândia e membro do conselho do BCE, Olli Rehn.
"O BCE está certo em trazer o pacote de estímulos", diz um relatório da Oxford Economics enviado a clientes, citando que a perspectiva da economia da região para o segundo semestre deste ano é de "fraqueza persistente".
Diante do cenário, na principal economia do continente, o índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, fechou em alta de 1,31%, aos 11.562,74 pontos. Por lá, o Deutsche Bank conseguiu encerrar o dia em alta de 4,71%, apesar de os juros dos Bunds continuarem renovando mínimas históricas.
Os bancos também se fortaleceram em outras bolsas da Europa. Na Bolsa de Londres, o Lloyds Banking subiu 2,20% no índice FTSE 100, que avançou 0,71%, para 7.117,15 pontos. Em Paris, onde o índice CAC 40 subiu 1,22%, para 5.300,79 pontos, o Société Générale avançou 3,25%. Já na Itália, o Intesa Sanpaolo fechou em alta de 1,97%. O índice FTSE MIB, da Bolsa de Milão, subiu 1,51%, aos 20.322,59 pontos.
Os maiores ganhos foram registrados nos países ibéricos: o índice Ibex 35, da Bolsa de Madri, subiu 1,78%, aos 8.670,40 pontos, enquanto o PSI 20, da Bolsa de Lisboa, avançou 1,82%, aos 4.804,19 pontos.
Nas primeiras horas da manhã, a agência de estatísticas Eurostat divulgou que a zona do euro registrou superávit comercial de 17,9 bilhões de euros em junho, queda em relação a maio, revisado para 19,6 bilhões de euros. As exportações da região também caíram em junho ante maio, em 0,6%.
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