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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de agosto de 2019.
Dia do Filósofo.

Jornal do Comércio

Economia

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Comércio exterior

Edição impressa de 16/08/2019. Alterada em 16/08 às 03h00min

Brasil sai do Mercosul se Kirchner ameaçar fechar o bloco, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira, que se o candidato da ex-presidente Cristina Kirchner vencer as eleições na Argentina e quiser fechar o Mercosul, atrapalhando o acordo com a União Europeia, o Brasil sairá do bloco. "Se quiser abrir? Então vou dizer bem-vinda moça, senta aí", disse.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira, que se o candidato da ex-presidente Cristina Kirchner vencer as eleições na Argentina e quiser fechar o Mercosul, atrapalhando o acordo com a União Europeia, o Brasil sairá do bloco. "Se quiser abrir? Então vou dizer bem-vinda moça, senta aí", disse.
Guedes, porém, minimizou um agravamento da crise da Argentina e seu impacto para o Brasil. Segundo ele, a indústria automotiva só é tão afetada porque a economia brasileira é muito fechada. "Nosso foco é recuperar a nossa dinâmica de crescimento. Desde quando o país, para crescer, precisou da Argentina? Quem disse que esse é o modelo que a gente quer, queremos ter indústria competitiva", disse.

Macri volta atrás e não vai congelar preços de combustíveis

Apenas 11 horas depois de anunciar medidas para minimizar os efeitos da inflação na Argentina, o presidente Mauricio Macri voltou atrás numa das principais propostas: o congelamento de combustíveis por 90 dias. Segundo comunicado da secretaria de Energia, "a resolução não sairá amanhã no boletim oficial por conta das queixas das petrolíferas, teremos que abrir uma nova rodada de diálogos e continuar conversando".

Na manhã de quarta-feira, Macri anunciou um pacote de medidas para aliviar o efeito da crise financeira deflagrada após a sua derrota nas prévias eleitorais no domingo, dia 11. Além do congelamento dos combustíveis, que foi descartado à noite, o governo anunciou a concessão de bônus para trabalhadores.

As medidas também foram mal recebidas e questionadas por analistas do mercado financeiro.

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