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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 15/08 às 14h04min

Bolsas da Europa fecham em queda, com guerra comercial ainda pressionando ações

Estadão Conteúdo
Os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta quinta-feira, 15, em baixa, reagindo a notícias envolvendo a guerra comercial. A China voltou a dizer que vai retaliar as tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos, apesar de uma porta-voz do governo do país asiático ter dado sinais de que haverá diálogo entre as nações.
Os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta quinta-feira, 15, em baixa, reagindo a notícias envolvendo a guerra comercial. A China voltou a dizer que vai retaliar as tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos, apesar de uma porta-voz do governo do país asiático ter dado sinais de que haverá diálogo entre as nações.
O anúncio de que pode haver estímulos monetários na zona do euro conteve pontualmente as perdas na Bolsa de Frankfurt, sem força, contudo, para deixá-la no campo positivo. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,11%, aos 364,30 pontos.
O Ministério das Finanças da China declarou que o governo local deve tomar "contramedidas necessárias" como respostas às tarifas impostas pelo presidente americano, Donald Trump, em 1º de agosto, sobre bens importados do país asiático.
O Escritório do Representante Comercial (USTR, na sigla em inglês) dos EUA chegou a suspender a medida para alguns bens, enquanto prorrogou para dezembro a tarifação sobre outros produtos. Mesmo assim, o comunicado do órgão chinês desta quinta defende que os EUA violaram a trégua firmada entre os líderes das duas nações, no encontro do G-20, ocorrido no final de junho.
Por outro lado, a porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Hua Chunying, disse esperar que os EUA implementem o consenso firmado no G-20, para que um acordo ocorra mediante "soluções mutuamente aceitáveis", sinalizando uma postura mais aberta ao diálogo.
A declaração de Chunying, todavia, não foi suficiente para levar as bolsas europeias ao terreno positivo.
Em Londres, o índice FTSE 100 encerrou o pregão em queda de 1,13%, aos 7.067,01 pontos, com os papéis da Anglo American recuando 5,19% e as ações de exportadoras pressionadas pela força da libra.
Na principal economia da região, o índice DAX 30, da Bolsa de Frankfurt, fechou em queda de 0,70%, aos 11.412,67 pontos.
As perdas foram pontualmente contidas durante a manhã, reagindo a declarações do presidente do Banco da Finlândia e membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Olli Rehn. Ele afirmou que o BC da zona do euro anunciará um pacote de estímulos monetários na reunião de setembro que deve superar as expectativas dos investidores. Por lá, com o recuo nos juros dos bunds alemães, que renovaram mínimas históricas, as ações Deutsche Bank cederam 2,68%.
Em Paris, o índice CAC 40 perdeu 0,27%, para 5.236,93 pontos, com perdas em importantes montadoras como a Peugeot e a Renault - ambas caíram 1,92%.
O índice Ibex 35, da Bolsa de Madri, fechou em baixa de 0,04%, aos 8.519,00 pontos, movimento também visto no índice PSI 20, da Bolsa de Lisboa, que recuou 0,68%, para 4.718,29 pontos.
Em Milão, os mercados acionários permaneceram fechados em virtude de um feriado local.
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