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Porto Alegre, sexta-feira, 09 de agosto de 2019.
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Economia

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Mercado Financeiro

09/08/2019 - 11h37min. Alterada em 09/08 às 11h44min

Apesar de cautela externa, Ibovespa abandona queda do início e retoma aos 104 mil pontos

Estadão Conteúdo
Apesar da cautela no exterior, com as bolsas em queda em Nova Iorque e na Europa, o Ibovespa retomou na manhã desta sexta-feira (9), os 104 mil pontos, passando a operar em alta. O movimento é puxado sobretudo pela mudança de sinal de queda para elevação das ações da Petrobras.
Apesar da cautela no exterior, com as bolsas em queda em Nova Iorque e na Europa, o Ibovespa retomou na manhã desta sexta-feira (9), os 104 mil pontos, passando a operar em alta. O movimento é puxado sobretudo pela mudança de sinal de queda para elevação das ações da Petrobras.
Às 11 horas, índice subia 0,48%, aos 104.614,32 pontos.
Lá fora, as cotações do petróleo têm ganhos firmes. Aqui no Brasil, o dólar passa a perder força de alta, com investidores atentos às incertezas relacionadas ao impasse comercial entre EUA e China, além da tensão política na Itália. A moeda ante o real seguia perto da estabilidade, com ligeira elevação, bem como as principais taxas de juros no mercado futuro.
Na lista das maiores altas do Ibovespa estão Qualicorp ON, que dispara quase 27%, e B2W ON, com avanço perto de 13%. Mesmo com a valorização do principal índice à vista da B3, os investidores devem continuar com certa cautela, já que o quadro internacional não ajuda, podendo interferir nos negócios domésticos.
Em meio a temores sobre a escalada da disputa comercial entre China e Estados Unidos e a resultados fracos de atividade do Reino Unido, o clima negativo impera nos mercados acionários do exterior. Além disso, a tensão política na Itália provoca fortes perdas na Bolsa de Milão, puxando as demais também para o campo negativo.
Apesar de o PIB japonês ter crescido acima do esperado no segundo trimestre, o governo reduziu a expectativa para a expansão da economia em 2019. Além disso, o BC do país elevou as compras de bônus de 1 a 3 anos, diante das incertezas em relação aos efeitos da tensão comercial sino-americanas.
"A percepção de continuidade das tensões entre EUA e China e o agravamento da crise política na Itália ajudam a retomar a postura defensiva nesta manhã", observa em nota o economista Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria Integrada.
Aqui no Brasil, a pesquisa sobre o volume prestado no setor de serviços foi mais uma a confirmar fraqueza econômica e, de novo, reforçando apostas de queda da Selic. No segundo trimestre, o índice caiu 0,6% em relação ao primeiro trimestre, ficando pior que o piso das estimativas no levantamento do Projeções Broadcast (-0,5% a taxa zero).
Apesar da cautela externa, o economista da Tendências pondera que a expectativa de novos avanços na agenda interna, passada a reforma da Previdência na Câmara, pode fornecer algum suporte aos preços. Ontem (8), o principal índice à vista fechou com alta de 1,30%, aos 104.115,23 pontos.
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