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Porto Alegre, sexta-feira, 09 de agosto de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Serviços

09/08/2019 - 10h27min. Alterada em 09/08 às 10h27min

Setor de serviços cai 1,0% em junho e tem queda mais intensa do ano

No Rio Grande do Sul, o setor caiu 4,6% em junho ante o mesmo mês do ano passado

No Rio Grande do Sul, o setor caiu 4,6% em junho ante o mesmo mês do ano passado


ANA PAULA APRATO/ARQUIVO/JC
O setor de serviços no Brasil recuou 1,0% no mês de junho, informou nesta sexta-feira (9) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Foi a pior queda de 2019 até então. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor de serviços caiu 3,6%. No acumulado do ano, a alta é de 0,6%. Já o acumulado dos últimos meses foi para 0,7%. No Rio Grande do Sul, o desempenho foi pior. O setor caiu 4,6% em junho ante o mesmo mês do ano passado, acumulando perdas de 1,5% no ano e também em 12 meses.
O setor de serviços no Brasil recuou 1,0% no mês de junho, informou nesta sexta-feira (9) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Foi a pior queda de 2019 até então. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor de serviços caiu 3,6%. No acumulado do ano, a alta é de 0,6%. Já o acumulado dos últimos meses foi para 0,7%. No Rio Grande do Sul, o desempenho foi pior. O setor caiu 4,6% em junho ante o mesmo mês do ano passado, acumulando perdas de 1,5% no ano e também em 12 meses.
O resultado nacional é o pior para um mês junho desde 2015, quando apontou a mesma queda. De acordo com o IBGE, a retratação do mês de junho foi acompanhada por todas as cinco atividades de divulgação investigadas, o que não acontecia desde maio de 2018, mês da greve dos caminhoneiros. "A greve dos caminhoneiros gerou um excesso de demanda em junho do ano passado, o que dá a dimensão do quão alto estava o patamar para os transportes", explica Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa.
As quedas existiram nos setores de informação e comunicação (-2,6%), transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,0%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,0%), serviços prestados às famílias (-0,2%) e outros serviços (-2,3%).
Após ensaiar recuperação em abril, com avanço de 0,5% e interromper três taxas negativas seguidas (perda acumulada de 1,6%), a atividade do setor de serviços havia ficado estável (0,0%) em maio. De acordo com o IBGE, a retratação do mês de junho foi acompanhada por todas as cinco atividades de divulgação investigadas.
"Entre os setores, o ramo de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio assinalou o resultado negativo mais relevante nesse mês, mantendo, assim, o comportamento negativo desde novembro de 2018", informou o IBGE.
Já no Rio Grande do Sul, os maiores recuos na comparação anual foram observados nos segmentos de outros serviços (-12,8%), de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-10,7%) e de serviços de informação e comunicação (-1,3%). Somente o ramo de serviços prestados às famílias registrou dado positivo (1,9%). 
De acordo com o IBGE, das 27 unidades da federação, 19 tiveram retratação no volume de serviços em junho de 2019, entre elas o Rio Grande do Sul. Entre os locais com resultados negativos estão Rio de Janeiro (-3,4%), São Paulo (-1,6%), Santa Xatarina (-4,9%) e Distrito Federal (-4,2%).
Com informações da Folhapress
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