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Porto Alegre, sexta-feira, 09 de agosto de 2019.
Dia Internacional dos Povos Indígenas.

Jornal do Comércio

Economia

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Finanças

Edição impressa de 09/08/2019. Alterada em 09/08 às 03h00min

Investimentos de brasileiros chegam a R$ 3 trilhões com juros mais baixos

Os investimentos dos brasileiros chegaram em R$ 3 trilhões no fim de junho deste ano, aumento de 5% em relação a dezembro, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (8), pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Desse total, R$ 1,176 trilhão vem do segmento private, R$ 968,7 bilhões no varejo de alta renda e R$ 912,7 bilhões do varejo tradicional.
No período, o único segmento que registrou queda de volume em relação ao observado em dezembro foi o varejo tradicional, com queda de 4,8% no semestre. O de alta renda subiu 11% e o private 8,8%.
Considerando o volume do varejo como um todo, ou seja, R$ 1,881 trilhão, os investimentos em fundos de investimentos correspondiam a R$ 626 bilhões, crescimento de 5,1% no período.
Outros R$ 525,6 bilhões - alta de 4,2% - foram destinados em títulos e valores mobiliários. O maior volume, de R$ 729,8 bilhões, ainda está na poupança, montante praticamente estável em relação a dezembro do ano passado.
No varejo tradicional a poupança representa 67,1% do volume, porcentagem que cai para 12,1% no varejo de alta renda. No segmento private houve no semestre maior exposição em renda variável, com alta de 17,4% no período, para R$ 172,7 bilhões registrados no fim de junho.
Em fundos de investimento estão alocados R$ 590 bilhões, R$ 278 bilhões em ativos de renda fixa e R$ 125,9 bilhões em Previdência.
Os investimentos dos brasileiros chegaram em R$ 3 trilhões no fim de junho deste ano, aumento de 5% em relação a dezembro, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (8), pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Desse total, R$ 1,176 trilhão vem do segmento private, R$ 968,7 bilhões no varejo de alta renda e R$ 912,7 bilhões do varejo tradicional.
No período, o único segmento que registrou queda de volume em relação ao observado em dezembro foi o varejo tradicional, com queda de 4,8% no semestre. O de alta renda subiu 11% e o private 8,8%.
Considerando o volume do varejo como um todo, ou seja, R$ 1,881 trilhão, os investimentos em fundos de investimentos correspondiam a R$ 626 bilhões, crescimento de 5,1% no período.
Outros R$ 525,6 bilhões - alta de 4,2% - foram destinados em títulos e valores mobiliários. O maior volume, de R$ 729,8 bilhões, ainda está na poupança, montante praticamente estável em relação a dezembro do ano passado.
No varejo tradicional a poupança representa 67,1% do volume, porcentagem que cai para 12,1% no varejo de alta renda. No segmento private houve no semestre maior exposição em renda variável, com alta de 17,4% no período, para R$ 172,7 bilhões registrados no fim de junho.
Em fundos de investimento estão alocados R$ 590 bilhões, R$ 278 bilhões em ativos de renda fixa e R$ 125,9 bilhões em Previdência.
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