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Porto Alegre, sexta-feira, 09 de agosto de 2019.
Dia Internacional dos Povos Indígenas.

Jornal do Comércio

Economia

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Edição impressa de 09/08/2019. Alterada em 09/08 às 03h00min

IPCA de julho fica em 0,19%, o menor resultado para o mês desde 2014, diz o IBGE

Preço da gasolina caiu 2,79%, contribuindo para a deflação do setor de transportes

Preço da gasolina caiu 2,79%, contribuindo para a deflação do setor de transportes


CLAITON DORNELLES/JC
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País, ficou em 0,19% em julho. A taxa é superior ao 0,01% de junho, mas inferior ao 0,33% de julho de 2018.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País, ficou em 0,19% em julho. A taxa é superior ao 0,01% de junho, mas inferior ao 0,33% de julho de 2018.
Essa é a inflação mais baixa para o mês desde 2014 (0,01%), segundo divulgou, nesta quinta-feira, o IBGE. O IPCA acumula 2,42% no ano e 3,33% em 12 meses, abaixo da meta do Banco Central, que é de 4,25%.
Os gastos com habitação, que tiveram alta de preços de 1,20%, foram os principais responsáveis pela inflação de 0,19% de julho. A energia elétrica, com alta de 4,48%, foi o item que mais pesou no grupo.
O custo da energia ficou mais caro por conta da bandeira amarela e de reajustes em concessionárias de São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Também ficou mais cara para o consumidor a tarifa de água e esgoto (0,73%). André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do FGV/Ibre, destaca que os preços administrados (cujos valores são controlados pelo governo), como energia elétrica e combustíveis, apresentam volatilidade. Dessa forma, os comportamentos vistos em julho podem não ser repetidos na inflação de agosto.
As quedas de preço dos transportes, de 0,17%, e do vestuário, de 0,52%, evitaram que a inflação de julho fosse mais alta. Na deflação dos transportes, os combustíveis tiveram um impacto importante, com queda de preços de 2,79%. A gasolina recuou 2,80%. No vestuário, o principal destaque foram as roupas femininas, que subiram 1,39%. Os alimentos tiveram inflação de apenas 0,01%.
 
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