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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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investimentos

Alterada em 08/08 às 15h42min

Volume investido pela pessoa física cresce 5% no 1º semestre, diz Anbima

Estadão Conteúdo
O volume investido pela pessoa física no Brasil cresceu 5,0% no primeiro semestre deste ano, somando R$ 3,057 trilhões, segundo relatório divulgado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) na manhã desta quinta-feira (8). Em dezembro do ano passado, esse estoque totalizava R$ 2,91 trilhões.
O volume investido pela pessoa física no Brasil cresceu 5,0% no primeiro semestre deste ano, somando R$ 3,057 trilhões, segundo relatório divulgado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) na manhã desta quinta-feira (8). Em dezembro do ano passado, esse estoque totalizava R$ 2,91 trilhões.
Esse crescimento deve-se, em primeiro lugar, ao aumento dos investimentos do cliente da varejo alta renda (+11%) e dos clientes do segmento private banking (+8,8%). O pequeno poupador, classificado pelas instituições financeiras no segmento varejo tradicional, teve uma queda no volume aplicado de 4,8% no período.
No varejo tradicional, a caderneta de poupança ainda é a aplicação que concentra a maior parte do volume investido. Esse total, inclusive, cresceu de 63,3% para 67,1% na evolução de junho de 2018 para junho deste ano.
A segunda aplicação com maior volume aplicada nesse segmento é o fundo de renda fixa, com 13,5% do total aplicado, seguido de CDBs (9,4%).
No varejo alta renda, os fundos de renda fixa seguiram com o maior volume das aplicações (36,1%) em junho deste ano, apesar da queda em relação ao mesmo mês do ano passado. Em seguida, vêm caderneta de poupança, com 12,1% do volume investidor, e 11,6% em CDBs.
No segmento de private banking, que responde por R$ 1,17 trilhão do estoque total de investimentos da pessoa física em junho, a distribuição por produtos é diferente. Pouco mais de 31% do volume total estava alocado em fundos multimercados em junho. Em seguida, vêm ações, com 14,7% do total, e LCIs/LCAs (11,5%).
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