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Porto Alegre, quarta-feira, 07 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria Automotiva

Edição impressa de 07/08/2019. Alterada em 07/08 às 03h00min

Fenabrave critica venda direta de veículos com preço menor

O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção Jr, aproveitou a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, em evento da entidade em São Paulo, nesta terça-feira (6), para criticar o que ele chamou de "falta de isonomia" no mercado de vendas diretas, como são conhecidas as vendas realizadas pelas montadoras diretamente para clientes pessoa jurídica, sem passar pelas concessionárias.
O presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção Jr, aproveitou a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, em evento da entidade em São Paulo, nesta terça-feira (6), para criticar o que ele chamou de "falta de isonomia" no mercado de vendas diretas, como são conhecidas as vendas realizadas pelas montadoras diretamente para clientes pessoa jurídica, sem passar pelas concessionárias.
As vendas diretas costumam ser feito com descontos em relação ao preço praticado pelas concessionárias, que concentram suas vendas para o consumidor comum. O principal cliente das são as locadoras. A reclamação é que as locadoras compram veículos das montadoras com descontos e depois revendem no mercado de usados, a preços mais atrativos do que nas concessionárias. "Não temos nada contra as vendas diretas, mas sim contra a diferenciação de preço das montadoras em relação a outras empresas que pagam muito menos. Falta isonomia, é isso que nos incomoda. Essa injusta diferença deve ser combatida. Sem isonomia, isso compromete a rentabilidade das concessionárias e afeta os consumidores, que não beneficiados com descontos", disse o executivo.
Desde a crise econômica, as vendas diretas têm ganhado participação no mercado de veículos. Como o consumidor comum perdeu poder de compra, as montadoras viram nas vendas diretas uma oportunidade de liberar o estoque e manter suas fábricas ativas, vendendo com descontos acima do histórico. Não por acaso, a participação das vendas diretas no mercado, que historicamente era de 30%, já gira em torno de 45%.
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