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Porto Alegre, quarta-feira, 24 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

24/07/2019 - 18h39min. Alterada em 24/07 às 18h39min

Ibovespa sobe 0,40% com noticiário corporativo e volta aos 104 mil pontos

Ao final dos negócios, o Ibovespa marcou 104.119,54 pontos

Ao final dos negócios, o Ibovespa marcou 104.119,54 pontos


SUAMY BEYDOUN /AGIF/FOLHAPRESS/JC
Estadão Conteúdo
O noticiário corporativo foi destaque no mercado acionário e deu um pequeno fôlego de alta para o Índice Bovespa, que reconquistou o patamar dos 104 mil pontos. Cielo e BR Distribuidora foram as estrelas do pregão, que contou também com o bom desempenho de algumas das ações do setor financeiro. O anúncio da liberação de saques de recursos do FGTS teve efeito restrito a ações de consumo, mais afetadas pela injeção de recursos na economia. Ao final dos negócios, o Ibovespa marcou 104.119,54 pontos, com ganho de 0,40%.
O noticiário corporativo foi destaque no mercado acionário e deu um pequeno fôlego de alta para o Índice Bovespa, que reconquistou o patamar dos 104 mil pontos. Cielo e BR Distribuidora foram as estrelas do pregão, que contou também com o bom desempenho de algumas das ações do setor financeiro. O anúncio da liberação de saques de recursos do FGTS teve efeito restrito a ações de consumo, mais afetadas pela injeção de recursos na economia. Ao final dos negócios, o Ibovespa marcou 104.119,54 pontos, com ganho de 0,40%.
A alta de 12,89% das ações da Cielo foi a surpresa do dia, uma vez que o resultado trimestral da companhia foi considerado fraco. Na visão de analistas ouvidos pelo Broadcast, a alta levou em conta fatores técnicos e algumas apostas na recuperação da empresa no futuro, com repercussão mais otimista das declarações do presidente da companhia, Paulo Caffarelli.
Segundo análise da Eleven Financial, a Cielo entregou no segundo trimestre mais um conjunto de resultados "ladeira abaixo", mas já sinaliza os primeiros sinais de alívio com sua estratégia mais agressiva à concorrência.
No caso de BR Distribuidora ON (+1,19%), a valorização refletiu a venda do controle da empresa em oferta secundária, tirando a Petrobras da posição de acionista majoritária. Para Pedro Galdi, analista da Mirae, o bom desempenho dos papéis da distribuidora mostra que o investidor se anima com a expectativa de nova governança da empresa, tornando-a mais competitiva. Além disso, a venda vai na linha do plano de desinvestimentos da Petrobras. Os papeis ordinários e preferenciais da estatal, no entanto, seguiram a queda dos preços do petróleo e perderam 0,83% e 0,62%, respectivamente.
Rafael Bevilacqua, estrategista da Levante Ideias de Investimento, chama a atenção para o bom desempenho das ações do setor financeiro, que, segundo ele, estão muito "descontadas", em um mercado onde diversos papéis estão "esticados" demais. Hoje, os destaques foram Bradesco ON e PN, que avançaram 1,83% e 1,88%, e Banco do Brasil ON, que avançou 1,81%.
O Iconsumo (ICON) teve alta de 0,54%, levemente acima da média do Ibovespa. Para analistas ouvidos pelo Broadcast, a avaliação é que a liberação de saques do FGTS é positiva, mas de impacto bastante limitado, em um ambiente de expectativa por reformas. Além disso, a medida oficializada hoje já havia sido antecipada no mercado. Magazine Luiza ON subiu 1,57%.
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