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energia

- Publicada em 20h11min, 22/07/2019. Atualizada em 20h10min, 22/07/2019.

Rio Grande do Sul tem queda de 3,7% no consumo de energia em julho

Boletim divulgado pela CCEE traz uma avaliação do setor energético em todas as regiões brasileiras

Boletim divulgado pela CCEE traz uma avaliação do setor energético em todas as regiões brasileiras


/BETH SANTOS/SECRETÁRIA GERAL PR/DIVULGAÇÃO/JC
Levantamentos preliminares de medição dos valores coletados entre os dias 1 e 15 de julho indicam redução de 3,7% no consumo de energia no Rio Grande do Sul em relação ao mesmo período do ano passado, caindo de 3.757 MW médios para 3.616 MW médios. Já o Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou crescimento de apenas 0,2% no consumo. As informações são do boletim InfoMercado Semanal Dinâmico, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que traz dados de geração e consumo de energia.
Levantamentos preliminares de medição dos valores coletados entre os dias 1 e 15 de julho indicam redução de 3,7% no consumo de energia no Rio Grande do Sul em relação ao mesmo período do ano passado, caindo de 3.757 MW médios para 3.616 MW médios. Já o Sistema Interligado Nacional (SIN) registrou crescimento de apenas 0,2% no consumo. As informações são do boletim InfoMercado Semanal Dinâmico, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), que traz dados de geração e consumo de energia.
Além do Rio Grande do Sul, os estados de Minas Gerais (-2,8%), São Paulo (-1,4%) e Bahia (-3,2%) tiveram retrações no consumo de energia, assim como Goiás (-1,2%), Sergipe (-4,6%) e Piauí (-3,3%). Em contrapartida, o submercado Norte teve um crescimento de 7,5%, saindo de 4.725 MW médios para 5.078 MW médios. O resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento de 7,5% no Pará, que saltou de 2.275 MW médios para 2.446 MW médios. O Maranhão, que geograficamente integra a região Nordeste, mas está inserido no submercado Norte do SIN, também ajudou nesta elevação ao registrar 9,3% de aumento. Em contrapartida, Santa Catarina (3,7%), Pernambuco (5,8%), Amazonas (6,8%) e Mato Grosso (6%) contribuíram para manter o consumo nacional no mesmo patamar do ano passado.
O Ambiente de Contratação Regulada (cativo), no qual os clientes são atendidos pelas distribuidoras (onde estão inseridos os consumidores residenciais, comerciais, industriais, rurais, serviços, iluminação pública e outros), apresentou diminuição no consumo de 0,5% em relação a julho de 2018, considerando a mudança de clientes cativos para o Ambiente de Contratação Livre. Excluindo o impacto das migrações, o Ambiente de Contratação Regulada registraria aumento de 1,3%. Já no Ambiente de Contratação Livre, no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores (como consumidores de atividade industrial, comercial e serviços), o consumo apresentou aumento de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado - levando em conta a migração de cargas. Ao excluir este impacto, o mercado livre registraria retração de 2,4%.
Os segmentos da indústria avaliados pela CCEE que registraram maior crescimento de consumo foram: transporte (18,2%), bebidas (14%) e alimentício (12,8%). A expansão desses setores está vinculada à migração dos consumidores para o mercado livre. Ao retirar esse reflexo da equação, verifica-se crescimento para os seguintes ramos: bebidas (7,3%), alimentícios (5,3%) e manufaturados diversos (3,2%).
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