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Porto Alegre, quarta-feira, 17 de julho de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Balanços

17/07/2019 - 17h53min. Alterada em 17/07 às 17h53min

IBM tem alta no lucro líquido a US$ 2,5 bilhões no 2º trimestre

Estadão Conteúdo
A IBM registrou lucro líquido de US$ 2,5 bilhões no segundo trimestre, um crescimento de 4% na comparação com igual período do ano passado. A receita da empresa, por sua vez, foi de US$ 19,2 bilhões, uma queda de 4,2% na mesma comparação.
A IBM registrou lucro líquido de US$ 2,5 bilhões no segundo trimestre, um crescimento de 4% na comparação com igual período do ano passado. A receita da empresa, por sua vez, foi de US$ 19,2 bilhões, uma queda de 4,2% na mesma comparação.
O lucro por ação ajustado da empresa ficou em US$ 3,17. Analistas ouvidos pela FactSet previam lucro por ação menor, em US$ 3,06. Sem ajustes, o lucro por ação ficou em US$ 2,81. Após o balanço, o papel da empresa subia 2,32% no after hours em Nova York, às 17h38 (de Brasília).
A companhia informou que sua receita com computação em nuvem ficou em US$ 19,5 bilhões nos últimos 12 meses, um crescimento de 5%. Com ajuste para o câmbio, esse avanço é ainda maior, de 8%.
A IBM ainda afirmou que, ao longo do segundo trimestre, continuou no caminho para atingir sua meta de lucro por ação em todo o ano de 2019, bem como as expectativas de fluxo livre de caixa, excluindo-se o impacto da aquisição da Red Hat. A IBM continua a esperar que a Red Hat e as atividades relacionadas a ela representem um crescimento gradual no fluxo livre de caixa no primeiro ano e também para o lucro operacional por ação até o fim do segundo ano após a conclusão do negócio, como afirmado anteriormente. "Com a conclusão de nossa aquisição da Red Hat, nós ofereceremos a única plataforma aberta multinuvens verdadeiramente híbrida no setor, fortalecendo nossa posição de liderança e ajudando de modo único os clientes a ter sucesso no capítulo 2 de suas reinvenções digitais", afirmou a IBM em seu balanço.
A companhia informou que sua receita com computação em nuvem e soluções cognitivas foi de US$ 5,6 bilhões apenas no segundo trimestre. A executiva-chefe da empresa, Ginni Rometty, afirmou que o resultado do período foi puxado pelo avanço em áreas de grande valor agregado, "liderado pelo desempenho forte no nosso segmento de nuvem e software cognitivo".
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