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Porto Alegre, sexta-feira, 12 de julho de 2019.
Dia do Engenheiro Florestal.

Jornal do Comércio

Economia

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crédito

Alterada em 12/07 às 09h34min

Endividamento das famílias gaúchas em junho atinge maior patamar desde 2018

O cartão de crédito segue sendo o principal fator responsável pelas dívidas dos gaúchos

O cartão de crédito segue sendo o principal fator responsável pelas dívidas dos gaúchos


CLAITON DORNELLES/JC
O percentual de famílias endividadas no Rio Grande do Sul avançou em junho. O índice chegou a 69,4% no mês, o maior patamar registrado desde fevereiro de 2018, quando ficou em 70,1%. Houve crescimento do indicador ante maio deste ano (64,8%) e também ante junho do ano passado (67,8%).
O percentual de famílias endividadas no Rio Grande do Sul avançou em junho. O índice chegou a 69,4% no mês, o maior patamar registrado desde fevereiro de 2018, quando ficou em 70,1%. Houve crescimento do indicador ante maio deste ano (64,8%) e também ante junho do ano passado (67,8%).
De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada nesta sexta-feira (12) pela Fecomércio-RS, o dado foi puxado pelas famílias com menos de dez salários mínimos (80,7% da amostra), com avanço na quantidade de endividados e de famílias com dívidas em atraso.
O percentual de famílias gaúchas com contas em atraso mostrou o quarto aumento seguido, em 22,1%, embora ainda abaixo da marca verificada no mesmo período do ano passado (23,0%). Em maio deste ano, o percentual de famílias com contas em atraso era de 19,1%. A maior alta foi ocorreu no grupo de famílias com rendimento de até dez salários mínimos, passando de 19,2% para 23,2%. Já entre as famílias com rendimento maior, a variação foi de 17,8% para 17,3%.
O cartão de crédito segue sendo o principal fator responsável pelas dívidas, apontado por 78,1% dos entrevistados. Em seguida, aparecem carnês (22,9%), crédito pessoal (11,1%) e financiamento de carro (10,5%).
Dentre as famílias que não terão condições de regularizar nenhuma parte de suas dívidas nos próximos 30 dias, o percentual ficou em 8,0%, valor acima do verificado em maio (7,6%) e em junho de 2018 (5,6%).
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