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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Aviação

Edição impressa de 11/07/2019. Alterada em 11/07 às 03h00min

Gol e Latam arrematam ativos da Avianca Brasil

Companhia aérea está em recuperação judicial desde dezembro

Companhia aérea está em recuperação judicial desde dezembro


/VANDERLEI ALMEIDA/AFP/JC
A Avianca Brasil, em recuperação judicial desde dezembro do ano passado, conseguiu arrecadar US$ 147 milhões com venda de ativos ontem. Gol e Latam foram as únicas concorrentes que participaram da disputa. A Azul, que havia proposto adquirir todos os ativos da concorrente, não participou da operação.
A Avianca Brasil, em recuperação judicial desde dezembro do ano passado, conseguiu arrecadar US$ 147 milhões com venda de ativos ontem. Gol e Latam foram as únicas concorrentes que participaram da disputa. A Azul, que havia proposto adquirir todos os ativos da concorrente, não participou da operação.
O dinheiro arrecadado, que equivale a cerca de R$ 551 milhões (considerando a cotação do dólar nesta quarta-feira), será usado para abater parte da dívida da Avianca, que já supera a marca de R$ 3 bilhões.
O leilão levou ao mercado sete Unidades Produtivas Isoladas (UPIs), espécies de mini-Aviancas compostas por autorizações de pousos e decolagens (slots) e funcionários da companhia aérea.
Das sete, cinco foram arrematadas. A Gol levou as unidades A, D e E por US$ 77 milhões. A Latam pegou as unidades B e C por US$ 70,010 milhões. Os lotes F e o programa de milhagens Amigo, cada um com valor inicial de US$ 10 mil, não tiveram interessados.
A unidade E, levada pela Gol, foi a única que teve uma disputa acirrada, com lances entre a empresa e a Latam. A primeira oferta foi de US$ 10 mil. Ao final, a unidade foi vendida por US$ 7,3 milhões. O interesse elevado se deve pelos horários de pousos e decolagens que faziam parte desse lote, que concentra voos pela manhã na ponte aérea Rio-São Paulo, a rota aérea mais rentável do País.
A Avianca tem cancelado voos e, em abril, devolveu aeronaves em cumprimento a decisões judiciais. No dia 24 de maio, a Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) suspendeu cautelarmente todas as operações da empresa. A Avianca tomou a iniciativa de suspender temporariamente suas operações. 
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