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Porto Alegre, segunda-feira, 08 de julho de 2019.
Dia do Padeiro.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

Alterada em 08/07 às 09h14min

IPC-S acelera a 0,05% na primeira semana de julho, revela FGV

Preço das passagens aéreas está entre os itens que mais contribuíram para o aumento do indicador

Preço das passagens aéreas está entre os itens que mais contribuíram para o aumento do indicador


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Estadão Conteúdo
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou a 0,05% na primeira quadrissemana de julho, após registrar queda de 0,02% no fechamento de junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (8).
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) acelerou a 0,05% na primeira quadrissemana de julho, após registrar queda de 0,02% no fechamento de junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (8).
Dos oito grupos analisados, quatro registraram acréscimo nas taxas de variação no período, com maior contribuição de Habitação (-0,10% para 0,17%). Dentro do segmento, o destaque foi o item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -2,21% para -0,63%, em resposta, principalmente, à adoção da bandeira amarela no mês.
Também aceleraram entre a última quadrissemana de junho e a primeiro leitura de julho os grupos Alimentação (-0,09% para 0,04%), com influência de hortaliças e legumes (0,34% para 1,71%); Transportes (-0,70% para -0,68%), com contribuição de gás natural veicular (1,47% para 2,56%); e Despesas Diversas (-0,43% para -0,17%), em que o destaque foi bilhete lotérico (-10,27% para -6,55%).
Em contrapartida, apresentaram decréscimo nas taxas de variação os grupos Vestuário (0,49% para 0,17%), Comunicação (0,24% para 0,04%), Educação, Leitura e Recreação (0,85% para 0,73%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,41% para 0,39%).
Nesses segmentos, a FGV destacou o comportamento dos itens roupas (0,58% para 0,19%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,91% para -0,01%), show musical (0,57% para -1,11%) e serviços de cuidados pessoais (0,39% para 0,16%), respectivamente.
Os itens que mais contribuíram para o aumento do IPC-S no período foram passagem aérea (mesmo com a desaceleração de 20,34% para 19,89%), plano e seguro de saúde (apesar do leve decréscimo, de 0,64% para 0,63%), tarifa de gás encanado (a despeito do alívio de 12,78% para 10,58%), taxa de esgoto residencial (que manteve a taxa de 0,91%) e aluguel residencial (ainda que tenha arrefecido de 0,42% para 0,40%).
Já as principais influências individuais de baixa foram gasolina (-2,53% para -2,64%), etanol (apesar da deflação menor, de -4,54% para -4,05%), laranja pera (mesmo com a queda menos intensa, de -9,23% para -8,77%) e feijão carioca (a despeito da aceleração de -14,37% para -12,72%), além de energia elétrica.
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