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Porto Alegre, quinta-feira, 04 de julho de 2019.
Dia do Operador de Telemarketing. Feriado nos EUA - Dia da Independência.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

04/07/2019 - 17h53min. Alterada em 04/07 às 17h53min

Dólar cai levemente ante rivais em dia baixa liquidez

Euro encerrou cotado a US$ 1,1287

Euro encerrou cotado a US$ 1,1287


THOMAS COEX/AFP/JC
Estadão Conteúdo
O dólar recuou levemente frente a outras moedas principais nesta quinta-feira (4), marcada por baixa liquidez nos mercados, devido ao feriado do Dia da Independência dos Estados Unidos. A perspectiva de uma política mais relaxada por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) foi reforçada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar Christopher Waller e Judy Shelton para o conselho de diretores da autoridade monetária.
O dólar recuou levemente frente a outras moedas principais nesta quinta-feira (4), marcada por baixa liquidez nos mercados, devido ao feriado do Dia da Independência dos Estados Unidos. A perspectiva de uma política mais relaxada por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) foi reforçada após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar Christopher Waller e Judy Shelton para o conselho de diretores da autoridade monetária.
No fim da tarde, o dólar cedia para 107,79 ienes e para 0,9852 franco suíço, consideradas moedas mais seguras que a americana. Na mesma marcação, o euro se fortalecia a US$ 1,1287, movimento também verificado na libra, que subia para US$ 1,2579.
Os nomes apresentados pela Casa Branca para o Fed são vistos como "dovish", ao seja, apoiadores de uma política monetária mais frouxa. Cortes nos juros têm o efeito de depreciar o câmbio, o que investidores já projetam com antecedência nas cotações do dólar.
A perspectiva mundial de redução nas taxas básicas de juros também se fortaleceu com a indicação da diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, para a presidência do Banco Central Europeu (BCE). A expectativa é que ela, se tiver seu nome aprovado, dê continuidade ou até mesmo intensifique a postura "dovish" do atual comandante da autoridade monetária da zona do euro, Mario Draghi.
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