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conjuntura

- Publicada em 17h20min, 04/07/2019. Atualizada em 17h20min, 04/07/2019.

Guedes diz que governo vai anunciar programa econômico no 2º semestre

Guedes pretende lançar o plano após a reforma da Previdência

Guedes pretende lançar o plano após a reforma da Previdência


José Cruz/Agência Brasil/JC
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (4), que o governo pretende lançar um programa econômico no segundo semestre, para ser tocado após a aprovação da reforma da Previdência. Segundo ele, será um trabalho de colaboração com o Congresso. A declaração é dada num momento em que o Legislativo tenta assumir o protagonismo da pauta econômica.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (4), que o governo pretende lançar um programa econômico no segundo semestre, para ser tocado após a aprovação da reforma da Previdência. Segundo ele, será um trabalho de colaboração com o Congresso. A declaração é dada num momento em que o Legislativo tenta assumir o protagonismo da pauta econômica.
Guedes, que faz apresentação no Expert, evento da XP Investimentos, lamentou os ataques recebidos pelo governo e, em um sinal para a oposição, disse que o governo merece apoio e compreensão. "Merecemos algum apoio e compreensão. A bola é sua? Só você pode jogar?", disse o ministro, em referência aos governos de esquerda.
Guedes afirmou que não se importa com quem será o autor da reforma tributária, em referência às duas propostas em discussão, a do governo e a do deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP). "Lá na frente encontra todo mundo (as propostas) e que vença o melhor", disse o ministro. "Não queremos autoria de nada, queremos que o Brasil melhore", acrescentou.
Guedes afirmou ainda que, quando a proposta de Rossi começar a tramitar no Congresso, após o avanço da reforma da Previdência na Câmara, o governo pretende lançar, por meio de projeto de lei, a proposta da Receita Federal, capitaneada pelo secretário Marcos Cintra.
Pouco depois, Guedes elogiou a proposta de Rossi, elaborada pelo tributarista Bernard Appy, mas questionou por que o projeto "está parado há 18 anos". "Porque é difícil conseguir acordo com 26 governadores", disse.
O ministro também disse que em quatro, cinco ou seis dias o governo vai apresentar o plano de "choque de energia barata", que, por enquanto, envolve um governador, o do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. "Se reduz impostos, abre economia e dá choque de energia barata, podemos reindustrializar o País".
 
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