Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 04 de julho de 2019.
Dia do Operador de Telemarketing. Feriado nos EUA - Dia da Independência.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Comércio Exterior

Alterada em 04/07 às 13h57min

Brasil e Argentina negociam acordo de livre-comércio com os EUA, diz Macri

Em discurso, Macri (d) criticou os que estão atacando o acordo entre Mercosul e a União Europeia

Em discurso, Macri (d) criticou os que estão atacando o acordo entre Mercosul e a União Europeia


JUAN MABROMATA/AFP/JC
Folhapress
O presidente argentino, Mauricio Macri, disse que está trabalhando com o brasileiro Jair Bolsonaro para conseguir um acordo de livre-comércio entre Brasil e Estados Unidos.
O presidente argentino, Mauricio Macri, disse que está trabalhando com o brasileiro Jair Bolsonaro para conseguir um acordo de livre-comércio entre Brasil e Estados Unidos.
As declarações de Macri ocorreram na manhã desta quinta-feira (4), num ato de comemoração do Dia da Pequena e Média Empresa, no centro de Buenos Aires.
"Neste ano ainda teremos novidades com relação ao Canadá. No ano que vem vamos ter na agenda (do Mercosul) um acordo com a Coreia do Sul e estamos conversando com o Brasil sobre um acordo de livre-comércio com os EUA."
Em entrevista ao canal do La Nación na televisão, na noite anterior, o chanceler Jorge Faurie havia mencionado que essa conversa sobre o acordo com os EUA já está acontecendo.
Macri também criticou os que estão atacando o acordo entre Mercosul e a União Europeia.
"Este tratado nos tira do isolamento e nos abre um mercado de 500 milhões de consumidores. A demanda de nossos produtos vai se multiplicar. Temos de nos preparar para produzir mais".
Nos últimos dias, Macri e membros do gabinete realizaram conversas com agremiações sindicais e grupos de empresários preocupados com um possível impacto negativo do acordo.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia