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Porto Alegre, quinta-feira, 04 de julho de 2019.
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mercado financeiro

Alterada em 04/07 às 13h47min

Bolsas da Europa fecham majoritariamente em alta esperando BCE e Fed 'dovishes'

Estadão Conteúdo
Os mercados acionários europeus fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, 4, em meio a expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) e o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ampliarão sua política "dovish", ou seja, farão cortes nas taxas de juros. Em um dia marcado por baixa liquidez por conta do feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos, que mantém as bolsas americanas fechadas, o índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,07% neste pregão, para 392,87 pontos.
Os mercados acionários europeus fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, 4, em meio a expectativas de que o Banco Central Europeu (BCE) e o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ampliarão sua política "dovish", ou seja, farão cortes nas taxas de juros. Em um dia marcado por baixa liquidez por conta do feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos, que mantém as bolsas americanas fechadas, o índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,07% neste pregão, para 392,87 pontos.
O vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, afirmou, pela manhã, que o atual ambiente de incertezas, envolvendo tensões comerciais e geopolíticas, demanda uma política monetária acomodatícia. A declaração vem dias após a indicação de Christine Lagarde, considerada "dovish", para a presidência da autoridade monetária da zona do euro, reforçando expectativas por cortes nos juros. Tais expectativas também são verificadas nos mercados acionários americanos, que na quarta-feira, 3, renovaram máximas históricas de fechamento.
Os ganhos são contidos, no entanto, pela perspectiva de desaceleração da economia, renovada com a queda de 0,3% em maio ante abril nas vendas no varejo da zona do euro, segundo dados publicados nesta quinta pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. O resultado frustrou a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta de 0,3% nas vendas.
A bolsa que apresentou melhor desempenho nesta quinta-feira foi a de Milão, cujo índice FTSE MIB subiu 0,98%, para 22.120,70 pontos. Os principais ganhos se deram nos papéis do setor bancário, com o Intesa Sanpaolo em alta de 2,28% e o UBI Banca saltando 5,62%, em meio à notícia de que a Itália não sofrerá ação disciplinar da União Europeia por má gestão fiscal. Roma convenceu a Comissão Europeia que as medidas fiscais apresentadas levarão as contas públicas de volta aos padrões estabelecidos pelo bloco.
A tendência de alta no setor financeiro também foi verificada no índice DAX 30, da Bolsa de Frankfurt, que fechou em alta de 0,11%, aos 12.629,90 pontos. O Deutsche Bank se fortaleceu em 1,01%.
Outros índices acionários europeus também se mantiveram no terreno positivo. O CAC 40, da Bolsa de Paris, subiu 0,03%, para 5.620,73 pontos. O Ibex 35, de Madri, subiu 0,07%, aos 9.401,00 pontos; e o PSI 20, de Lisboa, se fortaleceu em 0,56%, para 5.210,07 pontos.
Londres, no entanto, foi a exceção e encerrou o pregão desta quinta em queda de 0,08%, aos 7.603,58 pontos, com o setor de mineração e petrolífero pressionados em um dia de recuos nos contratos de petróleo. Negociadas na bolsa da capital do Reino Unido, as ações da BHP Group caíram 1,64%; as da Rio Tinto PLC, 1,11% e as da British Petroleum, 0,07%.
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