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Porto Alegre, terça-feira, 02 de julho de 2019.
Dia do Bombeiro Brasileiro.

Jornal do Comércio

Economia

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Reforma da Previdência

Edição impressa de 02/07/2019. Alterada em 02/07 às 03h00min

PSL não alcança acordo sobre as categorias de segurança

O PSL não chegou a um acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o relator da reforma, Samuel Moreira (PSDB-SP), sobre alterar regras para categorias da segurança pública no texto da reforma da Previdência. Com muitos deputados ligados à área, o partido de Jair Bolsonaro pedia que o relator incluísse mudanças em seu voto complementar para que a legenda não apresentasse destaques na comissão.
O PSL não chegou a um acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o relator da reforma, Samuel Moreira (PSDB-SP), sobre alterar regras para categorias da segurança pública no texto da reforma da Previdência. Com muitos deputados ligados à área, o partido de Jair Bolsonaro pedia que o relator incluísse mudanças em seu voto complementar para que a legenda não apresentasse destaques na comissão.
Depois de reunião na residência de Maia nesta segunda-feira (1), o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), disse que os diálogos vão continuar e que as reuniões devem se estender por toda a noite e nesta terça-feira (2). "A reunião foi muito boa conseguimos perceber abertura para o diálogo. Os deputados do PSL ligados à segurança pública apresentaram suas demandas", disse. "Ainda estamos formulando o acordo, a intenção não é embaralhar todo processo de negociação", afirmou.
Vitor Hugo não deixou claro se o partido ainda deve apresentar destaque ou não e não quis dar detalhes sobre quais pontos específicos estão sendo negociados. O partido, por sua vez, estudava apresentar um destaque que pedia mudanças para policiais legislativos da Câmara e Senado, Polícia Federal, Rodoviária Federal e Ferroviária Federal (sem fazer menção a agentes penitenciários e agentes socioeducativos). Entre as mudanças pedidas, por exemplo, idade mínima de 55 para homens e 52 para mulheres, ao invés de 55 para ambos os sexos como está no texto do relator.
"Se houver desidratação vai ser algo pequeno", disse Vitor Hugo. A emenda do PSL reduziria a economia esperada com as mudanças para as categorias de R$ 5,65 bilhões para cerca de R$ 3,02 bilhões. Vitor Hugo disse ainda que a tendência nesse momento é que estados e municípios fiquem de fora da reforma da Previdência.
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