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Porto Alegre, sexta-feira, 28 de junho de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

28/06/2019 - 19h44min. Alterada em 28/06 às 19h44min

Bolsas de Nova Iorque sobem, fortalecidas por setor bancário mas contidas por G20

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,28%, em 26.599,96 pontos

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,28%, em 26.599,96 pontos


Bryan R. Smith/AFP/JC
Estadão Conteúdo
Os principais índices acionários de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira (28), fortalecidos pelo setor bancário após resultados da segunda etapa dos testes de estresse do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Os ganhos, contudo, foram contidos pelas incertezas em relação ao desfecho das conversas entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, que se encontram durante a cúpula de líderes do G20 para tratar das relações comerciais entre os dois países.
Os principais índices acionários de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira (28), fortalecidos pelo setor bancário após resultados da segunda etapa dos testes de estresse do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Os ganhos, contudo, foram contidos pelas incertezas em relação ao desfecho das conversas entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, que se encontram durante a cúpula de líderes do G20 para tratar das relações comerciais entre os dois países.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,28%, em 26.599,96 pontos - considerando o primeiro semestre, a alta foi de 14,03%. O S&P 500 ganhou 0,58% neste pregão, em 2.941,76 pontos, e 17,35% no ano até agora - o melhor primeiro semestre do indicador em duas décadas. Já o Nasdaq eletrônico recuperou o nível dos 8 mil pontos ao avançar 0,48%, para 8.006,24 pontos, e saltou 20,66% no primeiro semestre.
As bolsas têm apresentado tom otimista ao longo de 2019, o que, entretanto, pode não se manter nos próximos meses, na visão de alguns analistas. As diversas incertezas no cenário econômico e os sinais de desaquecimento da economia mundial podem ser responsáveis pela reversão, que nem mesmo um acordo entre os EUA e China pode evitar.
As ações de banco estiveram fortalecidas ao longo de todo o dia depois que o Fed anunciou que não se oporá a planos de capital das principais instituições financeiras, que foram aprovadas nos testes de estresse da autoridade monetária, como pagamentos de dividendos e recompras de ações. O subíndice financeiro do S&P 500 encerrou o pregão em alta de 1,40%. Os papéis do Goldman Sachs subiram 2,65% nesta sexta-feira; o Bank of America, 2,80%; o JPMorgan, 2,72%; e o Citigroup, 2,76%.
Os ganhos, no entanto, foram contidos levemente pela cautela geral em torno do encontro entre Trump e Xi, já que não há consenso do que deve acontecer. Para analisas do Scotiabank, "é improvável que qualquer reunião entre Trump e Xi e uma possível pausa nas tensões coloquem em curso uma reversão das tarifas existentes". Eles, contudo, acreditam que a Casa Branca continuará relutante em impor tarifas sobre os US$ 300 bilhões restantes em produtos chineses.
Também pressionou as bolsas nova-iorquinas - e as levou às mínimas do dia, no início do pregão - a divulgação do índice de atividade industrial pelo Instituto para a Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) de Chicago, que recuou de 54,2 em maio para 49,7 em junho, muito abaixo das previsões de analistas e indicando contração.
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