Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 29 de maio de 2019.
Dia Mundial da Energia. Dia do Estatístico. Dia do Geógrafo.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

sistema financeiro

Alterada em 29/05 às 11h21min

BC diz querer ser ponto de acesso de investidores internacionais ao País

Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, citou trabalho de aproximação da instituição com o Poder Legislativo

Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, citou trabalho de aproximação da instituição com o Poder Legislativo


PEDRO FRANÇA/AGÊNCIA SENADO/JC
Estadão Conteúdo
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, citou nesta quarta-feira (29), o trabalho de aproximação da instituição com o Poder Legislativo e também com investidores internacionais. "O BC quer ser ponto de acesso de investidores internacionais ao Brasil", afirmou.
Campos Neto apresenta nesta quarta a Agenda BC# com ações do banco em variadas frentes. As iniciativas seguem quatro que, segundo ele, podem colaborar com o crescimento do PIB: inclusão, competitividade, transparência e educação.
"Temos projetos para a educação financeira, criando incentivos - como descontos em um programa de pontos - para que as pessoas busquem esse material didático", completou o presidente do BC, lembrando que as medidas serão anunciadas pouco a pouco.
Campos Neto disse ainda que a instituição tem olhado não apenas para os níveis de compulsórios, mas também para o formato estrutural do mercado e sua capacidade de funding. "Achamos que temos espaço para reduzir os compulsórios estruturalmente, mas buscando por simplificação e ajustes. Essas medidas não têm o objetivo de estimular a economia, apesar de terem esse efeito", argumentou.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia