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Porto Alegre, quinta-feira, 16 de maio de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 16/05 às 11h50min

Cautela política limita alta do Ibovespa, mesmo com exterior positivo

Estadão Conteúdo
A cautela com a cena política pesa na B3 nesta quinta-feira (16) apesar do mercado acionário externo positivo. Às 11h35min, o Ibovespa cedia 0,59%, aos 91.079 pontos.
A ida de milhares de pessoas às ruas do País na quarta-feira (15) em manifesto contra o bloqueio de recursos na área da Educação e a audiência pública na Câmara com o ministro Abraham Weintraub sobre os cortes na área educacional, também na quarta, retratam a fragilidade do atual governo que tem menos seis meses.
"Se tiver alguma recuperação, não deve ser nada maravilhoso por causa da tensão política que continua", diz o economista-chefe da ModalMais, Álvaro Bandeira.
Para completar a onda de notícias desfavoráveis para pessoas ligadas ao governo ou a componentes dele, o Ministério Público do Rio identificou no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro (hoje senador pelo PSL-RJ) na Assembleia Legislativa fluminense o que considerou serem indícios de uma "organização criminosa com alto grau de permanência e estabilidade", voltada para cometer crimes de peculato (desvio de dinheiro público).
O temor é que esse tipo de denúncia respingue no Planalto, dificultando ainda mais a relação do governo com o Congresso, de forma a atrasar mais a aprovação da reforma da Previdência.
"É preciso ter melhora do quadro político para a reforma andar. Tem de aprová-la ainda neste semestre. Depois, fica complicado, difícil de acontecer", diz Bandeira.
Em meio às incertezas que pairam sobre a reforma, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na quarta-feira em Nova Iorque que "com ou sem governo", o País fará a reforma da Previdência.
Nem mesmo a valorização do petróleo, em reação às tensões no Oriente Médio, com o avanço das divergências entre EUA e Irã e após ataques a navios-tanque que transportam petróleo da Arábia Saudita, impulsionam os papéis da Petrobras, que cedem.
 
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