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Porto Alegre, terça-feira, 14 de maio de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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serviços

14/05/2019 - 10h13min. Alterada em 14/05 às 10h21min

Serviços caem 6,2% em março no Rio Grande do Sul frente a mesmo mês do ano passado

Desempenho por segmento no Estado mostra que todas atividades pesquisadas tiveram queda ante 2018

Desempenho por segmento no Estado mostra que todas atividades pesquisadas tiveram queda ante 2018


CLAUDIO FACHEL/ARQUIVO/JC
Bruna Oliveira
O setor de serviços segue em ritmo de queda no Rio Grande do Sul. O volume de serviços prestados recuou 4,0% na passagem de fevereiro para março deste ano e 6,2% frente a março do ano passado. Ao todo, o volume de serviços no Estado caiu 2,0% no primeiro trimestre ante igual período de 2018.
No País, o setor caiu 0,7% no mês e 2,3% no confronto anual, acumulando queda de 1,7% desde dezembro. Mesmo assim, o volume no trimestre ainda foi 1,1% maior do que no mesmo período de 2018. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgados nesta terça-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O desempenho por segmento no Estado mostra que todas atividades pesquisadas tiveram queda em março ante março de 2018. Outros serviços (-17,1%) e transportes e correio (-11,1) amarguraram as maiores perdas. Em seguida vieram os serviços de informação e comunicação (-3,2%), serviços prestados às famílias (-2,3%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,6%).
No recorte nacional, na comparação com março do ano passado, o recuo de 2,3% teve como principal influência negativa o ramo de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-7,1%). Serviços profissionais, administrativos e complementares (-2,7%) e de outros serviços (-1,3%) apuraram as demais perdas. Na contramão, as contribuições positivas ficaram com os serviços prestados às famílias (4,4%) e de serviços de informação e comunicação (0,8%).
Já na comparação com fevereiro, a pressão negativa foi puxada pelos serviços de informação e comunicação (-1,7%). Também houve queda em serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,1%) e outros serviços (-0,2%). Já os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (0,5%) e os serviços prestados às famílias (1,4%) tiveram alta.
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