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Porto Alegre, terça-feira, 14 de maio de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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aviação

Edição impressa de 14/05/2019. Alterada em 14/05 às 03h00min

Azul faz pedido de aquisição de slots da Avianca por US$ 145 milhões

Companhia voltou a cancelar voos programados para esta semana

Companhia voltou a cancelar voos programados para esta semana


/VANDERLEI ALMEIDA/AFP/JC
A Azul entrou com um pedido na 1ª Vara de Falências e Recuperação Judicial de São Paulo para aquisição de uma nova Unidade Produtiva Isolada (Nova UPI) contemplando certos horários de chegada e partida operados pela Avianca Brasil, incluindo os da ponte aérea Rio-SP, pelo valor mínimo de US$ 145 milhões. A Azul diz que o pedido é uma alternativa legal e legítima para viabilizar a monetização da Avianca, o uso continuado de bens e a preservação de atividades, "as quais correm grave risco de paralisação e rápida deterioração das atividades da companhia, no melhor interesse do mercado de aviação e todos os envolvidos".
"Além disso, a Nova UPI oferece uma real alternativa para aumentar a competitividade na ponte aérea Rio-SP. Este pedido não invalida o procedimento de alienação judicial das sete unidades produtivas isoladas, na forma do leilão estabelecido no Plano de Recuperação Judicial da Avianca Brasil, recentemente suspenso por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo", diz um comunicado da Azul divulgado na manhã de ontem.
Na visão da Azul, a alienação judicial da Nova UPI oferece uma alternativa viável e verdadeiramente implementável, especialmente do ponto de vista operacional, regulatório e concorrencial. O pedido da Azul ainda está sujeito à análise do juízo da recuperação judicial.
Depois de cancelar 422 voos no fim de semana, a Avianca Brasil informou que outros 406 voos estão cancelados entre hoje e amanhã. Em recuperação judicial, a companhia tem cancelado sistematicamente a maioria de suas decolagens desde meados de abril.
A Avianca Brasil detinha 13,77% do mercado brasileiro quando entrou em recuperação judicial, em dezembro de 2018. Empresas que arrendaram aeronaves para a empresa aérea entraram na Justiça para reaver os aviões. Com isso, a Avianca é obrigada a cancelar um número cada vez maior de voos.
O Ministério Público Federal (MPF) pediu informações à Avianca Brasil e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) sobre as providências que vêm sendo tomadas para minimizar os prejuízos causados aos clientes da Avianca em razão da crise instalada na empresa.
 
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