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Porto Alegre, quarta-feira, 17 de abril de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura

Alterada em 17/04 às 09h12min

Monitor do PIB recua 0,4% em fevereiro ante janeiro, revela FGV

Na comparação com fevereiro de 2018, houve perdas apenas nas atividades agropecuária

Na comparação com fevereiro de 2018, houve perdas apenas nas atividades agropecuária


MARIANA CARLESSO/JC
Estadão Conteúdo
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encolheu 0,4% na passagem de janeiro para fevereiro, segundo o Monitor do PIB, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e divulgado nesta quarta-feira (17). Na comparação com o segundo mês de 2018, porém, a atividade econômica avançou 2,3% em fevereiro deste ano.
"O recuo de 0,4% do PIB em fevereiro, de acordo com o Monitor do PIB-FGV, é consequência das retrações nas três grandes atividades econômicas (agropecuária, indústria e serviços). Apesar disso, os resultados interanuais mostram melhora substancial da economia, tanto pelo lado da oferta quanto pelo lado da demanda. Essas variações opostas retratam o cenário econômico vivido atualmente no País: a economia ainda evolui positivamente com relação ao ano de 2018, porém não consegue reagir em 2019 dada a grande incerteza com relação ao cenário político e às reformas necessárias para que a economia deslanche. Aparentemente a economia está em modo de espera", avaliou Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, em nota oficial.
Na passagem de janeiro para fevereiro, o PIB agropecuário diminuiu 3,0%, o PIB industrial encolheu 1,3% e o PIB dos serviços caiu 0,1%.
Na comparação com fevereiro de 2018, houve perdas apenas nas atividades agropecuária (-0,2%) e indústria extrativa mineral (-8,8%), como consequência do rompimento de uma barragem da Vale na região de Brumadinho, em Minas Gerais, no fim de janeiro. A indústria de transformação cresceu 3,4%, o comércio teve expansão de 5,0%, e os transportes tiveram avanço de 3,2%.
Sob a ótica da demanda, ainda em relação a fevereiro do ano passado, as quedas ocorreram no consumo do governo (-0,6%) e nas importações (-10,0%). O consumo das famílias aumentou 3,8%, enquanto a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB) teve elevação de 5,1%. Em termos monetários, o PIB totalizou aproximadamente R$ 1,154 trilhão em valores correntes no primeiro bimestre do ano.
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