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Porto Alegre, segunda-feira, 15 de abril de 2019.
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Alterada em 15/04 às 14h56min

Bolsas da Europa fecham em alta com otimismo sobre EUA-China e bancos dos EUA

Estadão Conteúdo
As bolsas da Europa encerraram em alta a sessão desta segunda-feira, 15. A perspectiva de um acordo comercial entre os Estados Unidos e a China, além dos balanços de instituições financeiras americanas, ajudou a apoiar os índices, enquanto Londres, que fechou o dia estável, sofreu pressão de mineradoras e das incertezas em torno do processo de saída do Reino Unido da União Europeia (Brexit). O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,15%, em 388,10 pontos.
O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, afirmou nesta segunda que "muito progresso" foi feito nas negociações comerciais bilaterais com a China. Em entrevista à Fox Newsb Mnuchin disse que os dois países concordaram sobre um mecanismo de retaliação caso haja descumprimento do acordo bilateral, embora haja trabalho a ser feito para que as negociações evoluam para um acordo. Mnuchin comentou, ainda, que as negociações progrediram como "nunca antes", após as duas potências terem entrado na "rodada final" das conversas no sábado, trazendo otimismo aos investidores.
A política também ajudou a pressionar o mercado acionário britânico, após o adiamento do Brexit até 31 de outubro. Embora a longa extensão alivie a pressão sobre os parlamentares do Reino Unido, ela não acaba com as incertezas econômicas sobre o futuro da relação dos britânicos com os países da União Europeia, provocando cautela no mercado.
O índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, fechou estável em 7.436,87 pontos, pressionado pelas ações de petroleiras e mineradoras. Com os preços do petróleo e do minério de ferro caindo moderadamente, a Antofagasta teve baixa de 1,96%, a Anglo American perdeu 2,01% e a BHP recuou 1,66%.
Em relação à mineração, na última sexta-feira a Justiça Federal do Brasil realizou uma audiência conciliatória entre o Ministério Público e a Alunorte, subsidiária da norueguesa Norks Hydro, para discutir os embargos de produção em uma refinaria de alumínio da companhia. Durante a audiência, uma consultoria independente de engenharia confirmou a capacidade da Alunorte de retomar as operações na mina de forma segura. Na bolsa de Oslo, a Norsk Hydro subiu 3,32%.
Os balanços das instituições financeiras americanas divulgados pela manhã apoiaram os bancos europeus, onde o subíndice de bancos do Stoxx 600 avançou 0,44%. Embora tenham apresentado queda em suas receitas, o Citigroup e o Goldman Sachs apresentaram lucro maior do que o esperado no primeiro trimestre deste ano. Subiram os italianos Fineco Bank (+2,1%) e Unione di Banche Italiane (+1,73%); o espanhol Banco de Sabadell (+0,24%); o português Banco Comercial Português (+3,58%); e o alemão Deutsche Bank (+0,43%). Na bolsa de Frankfurt, o índice DAX subiu 0,17%, ultrapassando os 12 mil pontos, em 12.020,28 pontos.
Além dos balanços americanos, a operadora de vendas Mark Taylor, da Mirabaus Global Thematic Group, afirmou que os bancos também subiram por conta das "curvas de juros dos títulos alemães e americanos estarem começando a se mover para longe de suas mínimas".
Na bolsa de Paris, o índice CAC 40 subiu 0,11%, em 5.508,73 pontos; em Milão, o índice FTSE MIB avançou 0,16%, em 21.892,42 pontos; em Madri, o índice IBEX 35 ganhou 0,30%, em 9.497,10 pontos; e em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,56%, a 5.409,554 pontos.
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