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Porto Alegre, segunda-feira, 15 de abril de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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Conjuntura Internacional

Edição impressa de 15/04/2019. Alterada em 15/04 às 03h00min

Desaceleração preocupa instituições financeiras

Autoridades financeiras globais prometeram cooperação mais estreita nos esforços para combater a desaceleração da economia global. Líderes de instituições financeiras de 189 países encerraram o encontro do Comitê Financeiro e Monetário Internacional (IMFC, na sigla em inglês) do Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmando que a desaceleração que começou no ano passado será seguida por um crescimento mais forte no segundo semestre deste ano e em 2020.
O comitê diretor do FMI disse a todos os membros, a fim de proteger a atual desaceleração econômica, "agiria prontamente para sustentar o crescimento em benefício de todos." Em uma coletiva de imprensa, o presidente do comitê, Lesetja Kganyuago, do banco central da África do Sul, disse que todos os países precisam estar prontos para abordar questões envolvendo estabilidade financeira. "Muitas nações foram abaladas no ano passado quando os mercados de ações entraram em queda livre, revertida somente quando os principais bancos centrais, incluindo o Federal Reserve (Banco Central dos EUA), pararam esforços para reforçar as políticas de crédito", disse Kganyuago.
Já o Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, disse que o governo Trump, que pressionou por várias reformas nas instituições de crédito, acredita que o Banco Mundial precisa fazer mais progressos na mudança de seus empréstimos a países com economias em rápido crescimento como a China. Mnuchin disse ainda que os EUA acreditam que os investimentos privados dos Banco Mundial devem ser destinados à nações em vulnerabilidade social.
Segundo previsão do FMI, o crescimento global deve alcançar 3,3% em 2019, o mais lento desde a Grande Recessão e avançar para 3,6% em 2020. Entretanto, autoridades financeiras alertam que a continuidades do conflito comercial entre Estados Unidos e China poderia diminuir a perspectiva econômica.
Em seu relatório anual sobre políticas fiscais globais, o FMI destacou a Alemanha, a Coreia do Sul e a Austrália como países onde estímulos fiscais poderiam fazer sentido para estimular o crescimento. No início deste mês, o FMI pediu à Suíça que aumentasse os gastos públicos.
 

Diretora-geral do fundo defende independência dos bancos centrais

A independência tem sido útil aos bancos centrais (BCs), disse neste sábado a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, ao responder uma pergunta sobre a pressão política que alguns presidentes de BCs têm sofrido recentemente. "Espero que (essa independência) continue assim", afirmou.
Em entrevista sobre o resultado da reunião do Comitê Monetário e Financeiro do FMI (IMFC, na sigla em inglês), Lagarde foi questionada se estava "alarmada" com a pressão que alguns banqueiros centrais têm sofrido - nos EUA, o presidente Donald Trump não apenas escreve no Twitter sobre o que acha que o Federal Reserve (Fed, o BC americano) deve fazer, como tem indicado pessoas para a instituição que eventualmente podem agir politicamente, observou o repórter.
Lagarde respondeu que, da parte dos banqueiros centrais com quem conversou durante três dias, há uma "preocupação compartilhada" sobre "dois ou três princípios", citando prestação de contas, transparência e comunicação. "Todos eles dizem que esses três componentes são necessários para terem credibilidade e cumprirem os seus mandatos", disse Lagarde, lembrando que os BCs têm diferentes mandatos.
 
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