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Porto Alegre, sexta-feira, 12 de abril de 2019.
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Jornal do Comércio

Economia

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combustíveis

12/04/2019 - 11h28min. Alterada em 12/04 às 17h02min

Petrobras volta atrás e adia reajuste do diesel

Litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662

Litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Estadão Conteúdo
Horas depois de anunciar o aumento do preço do diesel, na noite dessa quinta-feira (11), a Petrobras voltou atrás e informou que manterá "por mais alguns dias" o preço praticado desde 26 de março, quando mudou sua política de reajustes. A decisão teria sido tomada depois que o presidente da República, Jair Bolsonaro, procurou o presidente da petroleira, Roberto Castello Branco, para tratar do assunto. Segundo uma fonte do Palácio do Planalto, embora a iniciativa tenha partido de Bolsonaro, a decisão foi tomada em conjunto. 
No mês passado, diante do risco de nova greve dos caminhoneiros, a empresa anunciou que os preços do diesel nas refinarias, que correspondem a cerca de 54% do total pago pelo consumidor, passarão a ser reajustados "por períodos não inferiores a 15 dias". A estatal informou também, à época, que "continuará a utilizar mecanismos de proteção, como o hedge com o emprego de derivativos, cujo objetivo é preservar a rentabilidade de suas operações de refino".
Nesta quinta, exatos 15 dias úteis depois do anúncio, a Petrobras anunciou reajuste de 5,7%. O litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662.
A alta seria a maior desde que Bolsonaro e Castello Branco assumiram os cargos. Até então, a maior alta havia sido de 3,5%, registrada em 23 de fevereiro. Com exceção desses dois casos, os preços variaram em intervalos de 1% a 2,5%.
À noite, no entanto, a Petrobras divulgou nota afirmando que "em consonância com sua estratégia para os reajustes dos preços do diesel divulgada em 25/3/2019, revisitou sua posição de hedge e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel".
A empresa afirmou ainda que manterá o alinhamento com o Preço de Paridade Internacional (PPI). A nota não dá outras informações sobre os motivos que levaram ao adiamento do reajuste.
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