Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 29 de março de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

29/03/2019 - 08h15min. Alterada em 29/03 às 08h15min

Bolsas asiáticas fecham em alta com sinais de futuro acordo entre EUA e China

Estadão Conteúdo
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta sexta-feira (29), encerrando o primeiro trimestre com a maior valorização em anos, em meio a sinais de que Estados Unidos e China caminham no sentido de fechar um acordo e superar a grave disputa comercial iniciada em meados do ano passado.
Os mercados chineses lideraram os ganhos na Ásia. O Xangai Composto subiu 3,20% hoje, a 3.090,76 pontos, enquanto o Shenzhen Composto, formado por empresas de menor valor de mercado, avançou 3,38%, a 1.695,14 pontos. Neste trimestre, as altas dos principais índices chineses, incluindo também o ChiNext e o CSI 300, variaram de 24% a 35%, as maiores desde a bolha vista no meio da década.
No Twitter, o Secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, afirmou nesta madrugada que ele e o representante comercial dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, concluíram nesta sexta dois dias de negociações comerciais "construtivas" em Pequim.
Mnuchin disse também estar ansioso para receber na próxima semana o vice-primeiro-ministro da China, Liu He, em Washington, para continuar o diálogo comercial entre os dois países.
Segundo a Bloomberg, negociadores dos dois lados discutiram minuciosamente o texto de um acordo comercial que possa ser submetido aos presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping. A reunião dos últimos dois dias teria o objetivo de garantir que não houvesse discrepâncias nas versões do texto em inglês e mandarim.
Nos últimos dias, surgiram relatos também de que a China teria feito ofertas "sem precedentes" nas conversas com os EUA, inclusive para tratar o espinhoso assunto da transferência forçada de tecnologia, que está no cerne da atual rixa sino-americana.
Em outras partes da região asiática, o japonês Nikkei teve alta de 0,82% nesta sexta em Tóquio, a 21.205,81 pontos, enquanto o Hang Seng subiu 0,96% em Hong Kong, a 29.051,36 pontos, o sul-coreano Kospi avançou 0,59% em Seul, a 2.140,67 pontos, e o Taiex registrou ganho de 0,99%, a 10.641,04 pontos.
Ao longo do primeiro trimestre, o Nikkei acumulou ganho de 5,95%, o Hang Seng, de 12% (o maior desde o fim de 2014), o Kospi, de 4,9% (o maior desde o segundo trimestre de 2017), e o Taiex, de 9,4% (o maior em sete anos).
Na Oceania, a bolsa australiana teve alta modesta hoje, mas encerrou o trimestre com valorização de 9,5%, a mais expressiva desde 2009. Nesta sexta, o S&P/ASX 200 registrou ganho marginal de 0,07% em Sydney, a 6.180,70 pontos. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia