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Porto Alegre, sexta-feira, 24 de janeiro de 2020.
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Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Edição impressa de 27/03/2019. Alterada em 27/03 às 03h00min

Ibovespa tem alta de 1,76%

Depois de cinco quedas consecutivas, com as quais perdeu mais de 6%, o Índice Bovespa teve ganhos firmes ontem, liderados por ações dos setores de commodities. Ao final do pregão, o Ibovespa marcou 95.306 pontos, com alta de 1,76%.
Depois de cinco quedas consecutivas, com as quais perdeu mais de 6%, o Índice Bovespa teve ganhos firmes ontem, liderados por ações dos setores de commodities. Ao final do pregão, o Ibovespa marcou 95.306 pontos, com alta de 1,76%.
As ações da Petrobras foram as estrelas do dia, com ganhos de 4,18% (ON) e de 4,72% (PN). A alta dos preços do petróleo e a expectativa de um desfecho na questão da cessão onerosa impulsionaram as ações. O cenário internacional mais propenso ao risco também favoreceu os papéis de commodities metálicas. Vale ON subiu 1,47% na véspera da divulgação de seu balanço. CSN ON ( 6,31%) e Gerdau PN ( 2,49%) também se destacaram.
A alta da bolsa foi na contramão dos mercados de câmbio e juros, nos quais as preocupações com a articulação do governo na reforma da Previdência falaram mais alto. Operadores atribuíram a alta a uma recuperação das perdas recentes, em um dia em que o cenário externo se mostrou mais ameno. Alguns, no entanto, afirmaram não ter visto motivo para recuperação firme, dada a falta de notícias animadoras para a reforma da Previdência.
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Dólar à vista sobe para R$ 3,8675

Depois do alívio do pregão de segunda-feira, o mercado de câmbio voltou a se estressar ontem com as dúvidas em relação ao andamento da reforma da Previdência, após o ministro da Economia, Paulo Guedes, cancelar sua visita à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na Câmara. Afora uma pequena queda logo na abertura dos negócios, o dólar operou em alta na sessão desta terça-feira e, com máxima de
R$ 3,87, fechou a R$ 3,8675, avanço de 0,29%%.

Com alta de 3,27% em março, em meio à arrancada na semana passada por conta da crise política, o dólar praticamente zerou a queda no ano (-0,21%). Lá fora, o dia foi de leve alta do dólar em relação a pares desenvolvidos e na comparação com divisas emergentes mais próximas do real, como o peso mexicano e o rand sul-africano.

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