Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 25 de março de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

25/03/2019 - 10h25min. Alterada em 25/03 às 10h25min

Investidor reage a conflito político sobre reforma e dólar abre acima dos R$ 3,93

Estadão Conteúdo
Mesmo depois de ter fechado em alta forte nessa sexta-feira (18) e acima dos R$ 3,90, o dólar iniciou a sessão desta segunda-feira (25), com força ante o real e valendo mais de R$ 3,93. Pouco depois, a valorização perdeu um pouco de ímpeto, e a moeda americana engatou uma série de mínimas, reduzindo o ritmo de alta.
O comportamento é uma reação dos agentes econômicos ao conflito político nas altas cúpulas de Brasília em torno da reforma da Previdência. Às 10h22min, moeda à vista caía 0,32% aos R$ 3,889. 
O claro desconforto do mercado com a briga entre lideranças do Legislativo e do Executivo, sobretudo entre Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, e Jair Bolsonaro (PSL), presidente da República, é facilmente entendido: a aprovação da PEC previdenciária consta no cenário-base dos grandes investidores do País.
O ritmo de fortalecimento do dólar ante o real só não se mantém tão forte quanto na abertura por conta do exterior ameno nesta manhã e também do alto patamar da moeda americana no Brasil. No mercado global de moedas, o dólar tem sinais mistos ante as divisas emergentes e de economias desenvolvidas, sendo que o sinal de baixa é o que prevalece.
O euro está mais forte do que a divisa americana por conta da divulgação do índice de sentimento das empresas da Alemanha medido pelo instituto Ifo, que surpreendeu analistas ao apresentar alta em março. Já a libra está em queda, em meio à pressão sobrida pela primeira-ministra Theresa May para deixar o cargo em troca de apoio a seu acordo do Brexit. May é esperada no Parlamento às 12h30min (de Brasília) para um pronunciamento.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia