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Porto Alegre, terça-feira, 19 de março de 2019.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

19/03/2019 - 11h12min. Alterada em 19/03 às 11h12min

Apesar de melhora externa, Ibovespa realiza lucros e cai abaixo de 100 mil pontos

Estadão Conteúdo
O clima externo positivo poderia permitir a continuidade dos ganhos da véspera do Ibovespa, que superou a marca inédita dos 100 mil pontos durante o pregão da segunda-feira (18) mas os investidores parecem ter optado por embolsar lucros recentes nesta terça-feira (19). Em março, o principal índice da B3 acumula valorização de 4,24%.
Às 10h58min, o Ibovespa caia 0,39%, aos 99.600 pontos, após iniciar o dia acima dos 100 mil pontos, indo na contramão do mercado acionário de Nova Iorque e da Europa. Ontem, fechou aos 99.993,92 pontos, novo recorde, em alta de 0,86%.
No Brasil, os investidores continuam no aguardo de novas informações sobre os desdobramentos da reforma previdenciária e ainda esperam o desfecho da viagem do presidente brasileiro aos EUA, que pode resultar em algum acordo comercial.
Lá fora, as bolsas se beneficiam da queda do dólar no mercado internacional, diante da expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) deixará o juro inalterado em seu encontro que se encerra amanhã. Além disso, espera-se que o Fed divulgue reduções em suas expectativas para crescimento econômico. Com a taxa baixa nos EUA, os emergentes tendem a se beneficiar, o que seria mais um fator a impulsionar o Ibovespa, conforme analistas.
"Assim como o avanço de ontem foi rápido, a realização de lucros desta manhã pode ser pontual, e o Ibovespa, subir, já que o cenário externo é positivo", diz Luiz Roberto Monteiro, da Renascença DTVM.
O economista-chefe da Nécton Investimentos, André Perfeito, reforça que a continuidade do impulso do Ibovespa segue condicionado à aprovação da reforma da Previdência, que tem mais um capítulo amanhã. A expectativa é que até esta quarta-feira seja apresentada a proposta de reforma da aposentadoria dos militares, que tem gerado grandes discussões no Congresso.
"A pontuação dos 100 mil pontos é mais emblemática, não significa muita coisa. O mercado trouxe a Bolsa até aqui, impulsionado por perspectivas de melhoria fiscal, mas agora quer novas notícias, quer ver a reforma avançando", afirma Perfeito.
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