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mercado financeiro

- Publicada em 19h43min, 08/03/2019.

Bolsas de Nova Iorque fecham em baixa após relatório de empregos dos EUA e com petróleo

As bolsas de Nova Iorque fecharam em queda nesta sexta-feira (8), estendendo sua sequência de sessões negativas para cinco, após um relatório modesto de geração de vagas nos Estados Unidos em fevereiro e uma forte queda nas exportações da China. Os índices acionários reduziram perdas mais para o fim do dia, mas seguiram em território negativo, com o setor de energia sob pressão diante da baixa do petróleo.
As bolsas de Nova Iorque fecharam em queda nesta sexta-feira (8), estendendo sua sequência de sessões negativas para cinco, após um relatório modesto de geração de vagas nos Estados Unidos em fevereiro e uma forte queda nas exportações da China. Os índices acionários reduziram perdas mais para o fim do dia, mas seguiram em território negativo, com o setor de energia sob pressão diante da baixa do petróleo.
O índice Dow Jones fechou em queda de 0,09%, em 25.450,24 pontos, o Nasdaq teve baixa de 0,18%, a 7.408,14 pontos, e o S&P 500 caiu 0,21%, a 2.743,07 pontos. Na comparação semanal, o Dow Jones caiu 2,21%, o Nasdaq recuou 3,18% e o S&P 500, 2,16%.
A economia americana gerou 20 mil vagas em fevereiro, bem abaixo da previsão de 185 mil dos analistas consultados pelo Projeções Broadcast. Por outro lado, a taxa de desemprego recuou a 4,0% em janeiro a 3,8% em fevereiro, enquanto o salário médio por hora subiu 0,40%, ante expectativa de alta de 0,30%. O dado reforçou a cautela de que a desaceleração econômica em outras partes do mundo possa começar a influenciar a economia do país.
Entre ações em foco, National Beverage recuou quase 15%, após a companhia divulgar balanço trimestral que desapontou as previsões. ConocoPhillips caiu 2,52% e Chevron teve baixa de 0,32%, no setor de energia, em dia de queda para o petróleo.
Mais para o fim do pregão, o avanço de papéis de concessionárias e do setor imobiliário ajudou o índice S&P 500 a reduzir perdas.
Agora, a menos que ocorra um grande avanço nos dados econômicos, gerentes de ativos projetam mais volatilidade nos mercados. Além disso, há expectativas por novidades no diálogo comercial entre EUA e China.
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