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investigação

- Publicada em 08h38min, 07/03/2019. Atualizada em 11h59min, 07/03/2019.

Polícia Civil investiga fraudes na Companhia Riograndense de Mineração

Porto Alegre e outras quatro cidades foram alvos de mandados de busca na manhã desta quinta

Porto Alegre e outras quatro cidades foram alvos de mandados de busca na manhã desta quinta


polícia civil rs/divulgação/jc
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagou nesta quinta-feira (7) uma operação para combater fraudes envolvendo a Companhia Riograndense de Mineração. A ação, batizada Operação Cinerum, aponta irregularidades em licitações de empresas que realizavam o transporte de cinzas da companhia.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul deflagou nesta quinta-feira (7) uma operação para combater fraudes envolvendo a Companhia Riograndense de Mineração. A ação, batizada Operação Cinerum, aponta irregularidades em licitações de empresas que realizavam o transporte de cinzas da companhia.
Porto Alegre, Butiá, Charqueadas, Alvorada e Minas do Leão foram alvos de 10 mandados de busca e apreensão na manhã de hoje. Agentes recolheram documentos na sede da CRM e em endereços residenciais e empresariais dos municípios.
A denúncia chegou à Polícia Civil em 2017, por meio da Contadoria e Auditoria-Geral do Estado (Cage), a partir de um relatório técnico que indicava as irregularidades. De acordo com a investigação, as fraudes eram praticadas durante a consulta de preços, visando contratações emergenciais de empresas responsáveis pela prestação do serviço.
"De um total de quatro empresas que participaram de uma determinada consulta de preços, duas delas possuíam idêntico quadro societário", afirmou o delegado Max Otto Ritter, em nota. A empresa que oferecia a menor proposta desistia do contrato, alegando não possuir capacidade operacional para a demanda. Além disso, outra empresa competia ni certame sem possuir sede e porte suficientes para realização dos serviços.
A reportagem do Jornal do Comércio tentou contato com a CRM através da assessoria de comunicação da companhia, mas não obteve retorno. O governo do Estado ainda não se pronunciou sobre o caso.
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